Tudo o que Você Precisa Saber sobre Disfunção Urinária em Casos de Lesão Raquimedular (LRM)

 


A Lesão Raquimedular (LRM) é uma condição grave que afeta a medula espinhal e pode causar várias complicações, incluindo a disfunção urinária. Neste artigo, abordaremos como a lesão raquimedular impacta a função urinária e as opções de tratamento disponíveis.

O que é a Lesão Raquimedular (LRM)?

A lesão raquimedular ocorre quando há dano à medula espinhal, prejudicando a comunicação entre o cérebro e as diversas partes do corpo. Dependendo da gravidade e localização da lesão, pode haver comprometimento nas funções motoras, sensoriais e autonômicas, afetando, entre outras funções, o controle da bexiga e do trato urinário.

Como a Lesão Raquimedular Afeta a Função Urinária?

A LRM pode afetar diretamente a capacidade de controlar a micção, resultando em diferentes tipos de disfunção urinária. Isso ocorre porque a lesão interfere na comunicação entre o cérebro e a bexiga. Os problemas urinários mais comuns incluem:

  • Incontinência Urinária: Perda involuntária de urina devido à falta de controle sobre a bexiga;
  • Retenção Urinária: Dificuldade em esvaziar completamente a bexiga;
  • Distúrbios da Micção: Como bexiga hiperativa, bexiga neurogênica (com redução da sensibilidade) e bexiga flácida.

Esses problemas podem levar a complicações graves, como infecções urinárias recorrentes, desconforto e, em alguns casos, danos adicionais ao trato urinário.

Como a Disfunção Urinária é Tratada em Casos de Lesão Raquimedular?

O tratamento da disfunção urinária associada à LRM envolve uma abordagem multidisciplinar, com o objetivo de melhorar o controle da bexiga, prevenir complicações e oferecer uma melhor qualidade de vida ao paciente. Algumas das opções de tratamento incluem:

  • Medicamentos: Usados para controlar a urgência urinária e a incontinência, ajudando a melhorar o funcionamento da bexiga.
  • Cateterismo Intermitente: Um procedimento recomendado para esvaziar a bexiga em intervalos regulares, prevenindo o acúmulo excessivo de urina e a pressão interna.
  • Fisioterapia: Envolve exercícios para fortalecer os músculos pélvicos e melhorar a função vesical, essencial para o controle da micção.
  • Cirurgia: Em casos mais graves, procedimentos como a cistoplastia de aumento podem ser necessários para aumentar a capacidade da bexiga e reduzir a pressão interna.

Além dessas opções, o acompanhamento psicológico também desempenha um papel fundamental, ajudando os pacientes a lidarem com as mudanças no estilo de vida e a adaptação à nova condição.

A Reabilitação: Um Passo Essencial para a Qualidade de Vida

A reabilitação é uma parte crucial no tratamento das disfunções urinárias em pacientes com lesão raquimedular. Ela visa a melhoria da qualidade de vida do paciente, garantindo sua reintegração social e funcional. O monitoramento contínuo é essencial para evitar complicações, como infecções urinárias, e garantir que os tratamentos sejam eficazes ao longo do tempo.

A Importância do Acompanhamento Especializado

Pessoas com LRM e disfunção urinária necessitam de um acompanhamento especializado. Profissionais como urologistas, enfermeiros especializados e fisioterapeutas desempenham um papel fundamental no desenvolvimento de tratamentos personalizados, garantindo cuidados adequados de acordo com as necessidades específicas de cada paciente.

O Increasing: Seu Companheiro na Jornada de Recuperação

O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) é especializado no atendimento de pacientes com lesão raquimedular e outras condições que afetam a função urinária. Nossa equipe de profissionais altamente capacitados trabalha para proporcionar um tratamento eficaz, seguro e personalizado, com foco na restauração da saúde e na melhoria da qualidade de vida.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Adotamos uma visão integrada, que reúne expertise na solução da incontinência urinária, atendendo áreas como neuropelveologia, uroginecologia, fisioterapia pélvica e saúde mental. Nosso objetivo é oferecer um cuidado especializado e humanizado, buscando devolver qualidade de vida e bem-estar às pessoas que convivem com esse transtorno.




Quando o paciente deve recorrer à cirurgia de incontinência urinária?



Embora existam várias opções de tratamento disponíveis, a cirurgia é um dos métodos mais eficazes para tratar a incontinência urinária, especialmente em casos mais graves em que as outras opções se mostraram ineficazes.

A cirurgia para incontinência urinária tem como objetivo corrigir anormalidades estruturais que levam à perda de urina e reforçar os tecidos relacionados com a sustentação da uretra e da bexiga. 

Existem diferentes tipos de cirurgia disponíveis, cada uma com sua própria indicação e técnica específica. Listamos a seguir as mais comuns para o tratamento da incontinência urinária:

Sling de uretra média ou cirurgia de correção de incontinência urinária com tela: 

Essa é uma das cirurgias mais utilizadas para o tratamento da incontinência urinária de esforço, que ocorre quando há perda de urina durante atividades físicas, como espirros, tosses ou exercícios. Durante o procedimento, uma faixa, que pode ser feita de tecido sintético ou do próprio tecido do paciente, é passado, por via vaginal, sob  uretra, como se fosse uma rede, para fornecer suporte e ajudar a evitar a perda de urina.

Implantes de agentes de preenchimento: 

Nessa cirurgia, é realizado o implante de materiais sintéticos para preencher os espaços ao redor da uretra, ajudando a aumentar o suportes deste canal,  reduzindo, assim, a perda de urina. Essa técnica é comumente utilizada para tratar a incontinência urinária de esforço leve a moderada e para pacientes com contraindicações para a realização de outros procedimentos.

Cirurgias de correção de prolapso: 

Muitas vezes a perda de sustentação do útero, da cúpula ou das paredes vaginais e o prolapso desses órgãos leva a uma modificação dos mecanismos de continência urinária, facilitando as perdas de urina aos esforços e associadas a queixas de urgência. Uma das formas de controle destes casos se dá pela reconstrução da anatomia do assoalho pélvico com correção dos prolapsos (seja por via vaginal ou laparosópica, com ou sem tela sintética), com melhora também da incontinência em 50-60% dos casos

É essencial fazer uma avaliação completa e precisa do estado de saúde do paciente e identificar a causa subjacente da condição para que então seja feita a escolha ideal de qual cirurgia será eficaz no tratamento da incontinência urinária. Além disso, é recomendável que outras opções de tratamento menos invasivas sejam consideradas antes de recorrer à cirurgia.

É importante destacar que toda cirurgia apresenta riscos e benefícios, e o paciente deve ser devidamente informado sobre esses aspectos. Em muitos casos, a cirurgia para a incontinência urinária pode ser altamente eficaz, proporcionando alívio significativo dos sintomas e melhorando a qualidade de vida do paciente. No entanto, cada caso é único, e a decisão de realizar a cirurgia deve ser tomada em conjunto com o aval médico, levando em consideração os fatores individuais do paciente.


Nossa abordagem


Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Na Clínica Increasing, adotamos uma visão integrada, que reúne expertise na solução da incontinência urinária, atendendo áreas como neuropelveologia, uroginecologia, fisioterapia pélvica e saúde mental. Nosso objetivo é oferecer um cuidado especializado e humanizado, buscando devolver qualidade de vida e bem-estar às pessoas que convivem com esse transtorno.




Síndrome Geniturinária da Menopausa: causas, sintomas e tratamentos


A menopausa e o climatério são fases naturais da vida da mulher que marcam o fim da menstruação e do período fértil. Embora seja uma transição esperada, ela traz mudanças hormonais que podem provocar diversos sintomas físicos e emocionais. Um conjunto específico de alterações que afeta a saúde íntima é conhecido como Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM).

Essa síndrome ocorre pela redução da produção de hormônios pelos ovários, principalmente do estrogênio. Esse hormônio é essencial para a lubrificação vaginal, elasticidade dos tecidos e boa saúde da bexiga e da uretra.

A falta de estrogênio leva a mudanças como menor circulação sanguínea na região íntima, diminuição do colágeno, perda de elasticidade, ressecamento da mucosa vaginal e alteração do pH e da flora vaginal. Entre os sintomas mais comuns estão ressecamento, ardência, coceira, dor durante a relação sexual, infecções urinárias de repetição, aumento da frequência urinária e incontinência.

A dor ou desconforto durante a relação sexual é a principal queixa, geralmente sentida na entrada da vagina, durante ou depois do ato. Isso pode comprometer a qualidade da vida sexual. Com acompanhamento médico e tratamento adequado, o problema pode ser controlado, devolvendo bem-estar e saúde sexual.

O tratamento mais indicado é o uso de estrogênio tópico vaginal. Outra opção são lubrificantes e hidratantes vaginais, que ajudam a restaurar a umidade e melhorar o conforto. Quando o estrogênio não pode ser utilizado, procedimentos como laser ou radiofrequência podem estimular a regeneração dos tecidos e melhorar a saúde íntima.

Além disso, manter hábitos saudáveis — como boa alimentação, hidratação adequada, exercícios físicos regulares e fisioterapia pélvica — também contribui para a melhora dos sintomas.

Cada mulher é única e pode responder de forma diferente aos tratamentos. Por isso, consultar um especialista é fundamental para receber um diagnóstico preciso e um plano individualizado.

No Increasing, uma equipe multidisciplinar está preparada para oferecer diagnóstico, acolhimento e tratamento completo, cuidando da saúde física e emocional das mulheres.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.






Neuroestimulação Sacral na Incontinência Urinária: Uma Abordagem Terapêutica Eficaz



A incontinência urinária é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, impactando negativamente a qualidade de vida e o bem-estar dos indivíduos. Felizmente, com os avanços nos tratamentos, surgiram opções eficazes para gerenciar essa perda involuntária de urina. Uma dessas abordagens inovadoras é a neuroestimulação sacral, que tem se mostrado promissora no combate à incontinência urinária.

A neuroestimulação sacral envolve o implante de um dispositivo médico, chamado neuromodulador sacral, projetado para fornecer estímulos elétricos suaves aos nervos sacrais, que são responsáveis pelo controle da bexiga e da função urinária.

O tratamento ocorre em duas etapas principais: a fase de teste temporário e o implante definitivo. Durante o teste, um pequeno dispositivo elétrico é colocado sob a pele, perto dos nervos sacrais. Esse sistema temporário é utilizado por um período de uma a duas semanas, permitindo avaliar a eficácia do tratamento para cada paciente individualmente.

Se os resultados forem positivos, o paciente pode prosseguir com o implante definitivo, que envolve uma cirurgia segura e minimamente invasiva para inserir o neuromodulador sacral, que será conectado aos nervos sacrais. O dispositivo envia sinais elétricos precisos para estimular os nervos e corrigir a disfunção da bexiga, responsável pela incontinência urinária.

Esse método terapêutico proporciona melhorias significativas na qualidade de vida dos pacientes, permitindo a retomada de atividades sociais e físicas sem constrangimentos. Além disso, é uma opção reversível, o que significa que o dispositivo pode ser desligado ou removido, se necessário, sem causar danos permanentes ao sistema neurológico.

A neuroestimulação sacral representa um avanço importante no tratamento da incontinência urinária, oferecendo uma solução terapêutica eficaz, segura e reversível para aqueles que sofrem dessa condição crônica. É fundamental, no entanto, que um profissional de saúde qualificado avalie cada caso individualmente, a fim de determinar a abordagem terapêutica mais adequada.

O **Increasing** (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) conta com profissionais altamente capacitados para atender pacientes com incontinência urinária. Além disso, oferece uma ampla gama de tratamentos e terapias para quem busca restabelecer a qualidade de vida.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Com abordagem multidisciplinar, Pelvic Anatomy Expo reúne diversas especialidades médicas para debater neuroanatomia pélvica


Pelvic Anatomy Expo 2025 é um evento colaborativo que vai refletir e compartilhar experiências sobre a evolução clínica e cirúrgica de toda a região pélvica. Com transferência de conhecimento multidisciplinar, ou seja, diversas especialidades médicas reunidas, será possível aprofundar e colocar em prática, por meio das dissecções em cadáveres, todas as didáticas desta edição.


Serão seis dias de imersão em neuroanatomia pélvica. De 4 a 9 de abril de 2025 será realizada uma série de cursos especializados em cirurgia ginecológica e neuroanatomia pélvica, reunindo especialistas internacionais para treinamentos práticos de alto nível. A Universidade de Saint Louis, em Missouri, nos Estados Unidos, receberá os participantes com toda a melhor e mais tecnológica estrutura a fim de que a experiência dos profissionais seja de fato marcante.




O estudo da neuroanatomia pélvica ultrapassa os limites das especialidades médicas tradicionais e fomenta oportunidades de colaboração entre ginecologistas, cirurgiões colorretais, urologistas, e cirurgiões pélvicos especializados em quadril, coluna e nervos periféricos. Por isso a Pelvic Anatomy Expo traz uma abordagem multidisciplinar, a fim de compartilhar diferentes pontos de vista e experiências que vão agregar os atendimentos clínicos e cirúrgicos.


A programação inicia com o curso "Fundamentos de Cirurgia Ginecológica Avançada", ministrado em espanhol, que oferecerá uma plataforma cadavérica para o aprimoramento de técnicas cirúrgicas desafiadoras. Os participantes terão a oportunidade de aprimorar suas habilidades de sutura nos ângulos mais complexos da pelve, além de treinar procedimentos avançados, como histerectomia total laparoscópica, sacrocolpopexia laparoscópica e reparação paravaginal, garantindo mais segurança e precisão na realização dessas cirurgias.


No mesmo período, o curso "Neuroanatomia Avançada da Pelve", ministrado em inglês, será voltado para cirurgiões laparoscópicos experientes que desejam aprofundar seus conhecimentos na preservação de nervos e no tratamento da dor pélvica. O treinamento incluirá uma extensa abordagem prática sobre neuroanatomia autonômica e somática da pelve, visando minimizar complicações e aprimorar técnicas cirúrgicas. Além disso, os participantes terão contato com as bases da Neuropelveologia, campo inovador que estuda e trata disfunções neurológicas pélvicas. O curso será dividido entre palestras, dissecações ao vivo e atividades práticas, permitindo que cada participante reproduza as técnicas sob orientação de mentores especializados.



Também entre os dias 4 e 6 de abril, será realizado o curso "Implicações Cirúrgicas e Clínicas da Neuroanatomia Pélvica, do Quadril, da Coluna e do Core", um programa multidisciplinar voltado para profissionais que lidam com pacientes com dor pélvica crônica. O curso abordará, de forma aprofundada, a identificação e o tratamento de aprisionamentos nervosos, patologias do nervo sacral e do quadril, além de técnicas cirúrgicas e intervencionistas para dor neuropática. A metodologia inclui palestras abrangentes, dissecações ao vivo e treinamentos práticos, promovendo a colaboração entre diferentes especialidades médicas, como neurocirurgia, cirurgia ortopédica, ginecologia, urologia e fisiatria.

Encerrando a programação, entre os dias 7 e 9 de abril, será realizado o curso "Anatomia Avançada e Técnicas Cirúrgicas para Tratamento de Endometriose Infiltrante Profunda", ministrado em inglês e espanhol. O treinamento abordará técnicas laparoscópicas avançadas para o manejo da endometriose e outras neoplasias pélvicas infiltrantes, com foco na preservação de nervos autonômicos e no tratamento do trato urinário e intestinal. Os participantes terão a oportunidade de praticar diferentes abordagens cirúrgicas para a endometriose intestinal, incluindo raspagem, nodulectomia e ressecções segmentares, além de técnicas para cistectomia parcial e reimplante ureteral. Com um formato prático e imersivo, o curso visa capacitar os cirurgiões a lidarem com casos complexos, minimizando complicações e ampliando as possibilidades de tratamento para seus pacientes.

Diretores do curso




O evento tem a direção do Dr. Nucelio Lemos, do Increasing e terá também a participação da Dra. Gabriela Kuster (Ginecologia e Ginecologia Oncológica), do Dr. Carlos Henrique de Barros Moreira Lemos (Algologista) e do Dr. Luiz Henrique S. Rodrigues (Ortopedia e Traumatologia / Cirurgia de Quadril), todos da equipe Increasing.

Mais sobre o curso (edições anteriores):



Para saber mais sobre o Pelvic Anatomy Expo acesse o site www.pelvicanatomyexpo.com e confira detalhes do curso.


Tudo o que você precisa saber sobre dor na bexiga




A dor na região da bexiga pode ser um sintoma de diversas condições médicas que afetam o trato urinário, e impacta significativamente a qualidade de vida do paciente. Essa dor pode estar associada a doenças como infecções urinárias, cistite intersticial, pedras nos rins, endometriose ou até mesmo câncer de bexiga.


Quando se trata de complicações na bexiga, é essencial procurar ajuda de profissionais da saúde capacitados, como urologistas, ginecologistas, nefrologistas ou fisioterapeutas especializados em saúde pélvica. Os sintomas dessas complicações podem incluir dor ao urinar, vontade frequente de urinar, presença de sangue na urina, desconforto pélvico e incontinência urinária.

O diagnóstico das condições relacionadas à dor na bexiga geralmente envolve exames clínicos, análise de histórico médico, exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, além de exames laboratoriais, como urinálise e urocultura.

Os tratamentos para as complicações na bexiga variam de acordo com a causa subjacente, e podem incluir o uso de medicamentos, terapias comportamentais, fisioterapia, intervenções cirúrgicas ou procedimentos minimamente invasivos. A tecnologia tem desempenhado um papel crucial no tratamento dessas condições, com avanços como a terapia a laser, procedimentos endoscópicos e neuroestimulação para controle da bexiga hiperativa.

Embora algumas complicações possam demandar cuidados contínuos, muitas delas são passíveis de tratamento e controle, proporcionando alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida. Dicas para uma maior qualidade de vida incluem manter uma hidratação adequada, evitar o consumo de irritantes da bexiga, como cafeína e álcool, praticar exercícios que fortaleçam a região pélvica, e buscar orientação médica para um acompanhamento adequado.

O Increasing conta com uma equipe multiprofissional experiente e uma gama completa de tratamentos e tecnologia de ponta, dedicados a melhorar qualidade de vida de seus pacientes. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Prolapso genital: tudo o que você precisa saber



Já ouviu falar no termo “bexiga caída”?

Na medicina essa condição leva o nome de prolapso genital e pode acometer não somente a bexiga, mas também o útero e o reto e ocorre pela falha nos mecanismos de sustentação dos ligamentos e músculos que seguram os órgãos pélvicos em sua posição habitual. A Dra. Augusta Morgado, ginecologista da equipe do Increasing, explica os fatores de risco, os sintomas, as formas de evitar e de tratar esse problema, confira a entrevista completa:


Qual a definição de prolapso genital?

A palavra “prolapso” vem do termo em latim “prolapsus”, conjugação do verbo “prolābi”, que significa “cair ou deslizar”. Sendo assim, o termo médico refere-se ao deslocamento dos órgãos genitais femininos de sua posição original – útero, colo uterino e vagina – e também de outros órgãos pélvicos, como a bexiga. Pela postura ereta do ser humano e pela força da gravidade e pela frouxidão dos ligamentos e fáscias que sustentam esses órgãos, a tendência destes é descer pelo caminho da entrada da vagina, por muitas vezes, se exteriorizando por ela. Isso causa a sensação de que há um abaulamento, ou seja, uma bola na região vaginal, dando origem aos outros termos pelo qual o prolapso pode ser conhecido como “bola na vagina”, “bexiga baixa” ou “bexiga caída”.

Quais são as principais causas do prolapso?

O prolapso ocorre pela perda da sustentação dos órgãos pélvicos. Normalmente, o útero, a bexiga, o reto e as paredes vaginais estão mantidos em sua posição por uma trama de fibras e ligamentos compostos por colágeno e outras substâncias que se ligam à parede da pelve e a outros órgãos pélvicos. Enquanto esta rede estiver firme, os órgãos serão mantidos em sua posição. No entanto, se houver o enfraquecimento desta estrutura ou se a mesma for submetida a estiramento, peso ou pressão além do que ela puder suportar, ocorrerá a perda de sua função de sustentação e, consequentemente, a queda dos órgãos de sua posição original.

Seu acontecimento será, provavelmente, decorrente de uma série de causas que, em conjunto, vão favorecer a perda da sustentação. Das mais comuns que conhecemos estão: as múltiplas gestações e gestações de gêmeos; partos normais, principalmente de bebês com o peso superior a 3,5 kg; partos por fórceps; pegar pesos ou fazer atividades de muito impacto de forma habitual; outros tipos de esforços crônicos e condições que aumentem a pressão abdominal, tais como a tosse crônica e a obesidade; perda de tônus e força muscular decorrentes de mudanças ocorridas após a menopausa, como a diminuição dos níveis de estrogênio e enfraquecimento do colágeno; além da fragilidade do colágeno por causas genéticas.


Quais as recomendações para prevenir o prolapso genital?

As gestações e partos devem ser sempre muito bem assistidos, além de um bom acompanhamento na hora do nascimento. O ideal é que a gestante seja auxiliada por um profissional da fisioterapia especializado em assoalho pélvico, capaz de prepará-la durante toda a gestação, com foco no fortalecimento dos músculos e treinamento para o momento do parto. Evitar o excesso de peso ajuda a impedir o aumento de pressão dentro do abdome, que pode sobrecarregar a sustentação dos órgãos pélvicos. Uma boa nutrição melhora a qualidade de nossas células e tecidos e auxilia na formação de ligamentos e fibras menos suscetíveis aos danos mecânicos. Evitar atividades de impacto repetitivo ou levantamentos de grandes cargas também podem auxiliar na prevenção. Isso não significa uma proibição às atividades esportivas ou laborais que envolvam esse tipo de esforço, mas aprender a fazer os exercícios da forma correta, com aparelhos adequados e com manobras de proteção do períneo durante a execução da força, ajudam a reduzir muito o potencial de lesão destas atividades.


Por que as mulheres são mais suscetíveis à ocorrência de prolapsos?

As mulheres, em geral, têm mais fatores de risco de prolapsos que os homens. As condições anatômicas dos órgãos pélvicos em suspensão e a presença de um orifício natural por onde os órgãos podem descer, por si só, já fazem com que elas estejam mais suscetíveis. Além disso, fatores muito característicos das mudanças fisiológicas dos ciclos de vida da mulher, como as gestações e alterações hormonais esperadas no climatério, estão bastante relacionadas à maior incidência dos prolapsos.


Há alguma particularidade em casos que envolvem os homens?

Neste caso, estaremos falando do prolapso retal, que envolve a descida do reto de sua posição habitual e sua exteriorização por via anal. Apesar de ser mais frequente em mulheres, como mencionado anteriormente, os homens, sobretudo os que tem mais de 50 anos, podem apresentar esta condição, principalmente se apontarem os fatores de risco que incluem: diarreia ou constipação crônicos; necessidade de esforço para evacuar por longo período; idade avançada, que pode contribuir para a fraqueza de músculos e ligamentos da área anal e retal; cirurgias ou lesões prévias em região anal, perineal ou de quadril; e ainda lesões ou compressões de nervos da pelve que controlam a abertura e o fechamento do esfíncter anal.


Isso pode vir a ocorrer em pessoas de todas as idades?

Pela sua natureza de perda de resistência e fragilização dos músculos e ligamentos que sustentam os órgãos pélvicos, os prolapsos tendem a ser mais comuns após os 50 anos. Nas mulheres essa ocorrência está claramente associada ao climatério e à diminuição dos níveis de estrogênio e piora de qualidade de colágeno, já nos homens se dá pela piora do tônus muscular e perda de resistência dos músculos e ligamentos. No entanto, o prolapso pode ocorrer em todas as idades, desde mulheres em idade fértil, principalmente por fatores relacionados à gestação e ao parto e, até mesmo em crianças de idades variadas, geralmente por associação a outras doenças congênitas ou adquiridas.


Quais são os sintomas?

A apresentação do quadro pode ser bastante variada. Existem quadros em que não há nenhum sintoma além da própria visualização ou palpação do órgão que está fora do lugar através da vagina ou do ânus, como um volume ou bola. Em alguns casos mais avançados pode haver sangramentos e infecções locais por esfolamentos e atrito do órgão com a roupa íntima.

Em outras situações pode haver, independente da percepção deste abaulamento, a sensação de dor em baixo do ventre, frequentemente referido como uma sensação de peso, que é mais leve pela manhã e vai se agravando ao longo do dia, conforme a pessoa fica em pé e faz suas atividades diárias, tendo melhora ao se deitar. Outro sintoma comum é a dificuldade de esvaziamento da bexiga e do reto, o prolapso pode funcionar como um obstáculo à saída da urina e das fezes.

Sensação de que a bexiga não esvazia, jato fraco e gotejamento após urinar, pressa ou desejo que vem subitamente demandando a busca imediata de um banheiro podem estar tipicamente associadas a queda do útero e da bexiga, principalmente. A dificuldade de evacuação como esvaziamento incompleto do reto com sensação que ainda há fezes presas, podem sugerir o prolapso do reto por via vaginal. Já a urgência evacuatória com ou sem escape de gases ou fezes, sangramento na região anal ou durante a evacuação podem ser sugestivos também de prolapso retal.


Como é realizado o diagnóstico?

Os relatos do indivíduo sobre seus sintomas já são muito sugestivos de um quadro de prolapso, associado ao contexto com os achados de um exame físico bem detalhado, que incluem os exames ginecológico e proctológico, é possível chegar a um diagnóstico efetivo. Esta avaliação deve incluir, além da visualização, exames de toque vaginal e retal, a realização de manobras de esforço e algumas vezes mudanças de posição, como ficar em pé, por exemplo.

Desta forma o médico consegue identificar o órgão que está fora de posição, a possível origem do que causou o problema e a gravidade do prolapso. Os exames complementares podem auxiliar na investigação de outros defeitos associados, como o Estudo Urodinâmico e a Ressonância Nuclear Magnética da Pelve, que pode funcionar como uma boa forma de documentação anatômica dos prolapsos identificados. É importante ressaltar que, apesar da utilidade desses exames para casos específicos, a consulta médica com uma boa conversa e identificação de sintomas, atrelada a avaliação física, ainda são insubstituíveis no processo de investigação destes casos.


Quais são as diferentes opções de tratamento disponíveis para prolapso?

O tratamento do prolapso vai ser indicado conforme a necessidade sentida pelo paciente ou mediante complicações secundárias.

A presença de infecções, complicações renais ou intestinais, bem como as condições de saúde nas quais o indivíduo se encontra, são fatores determinantes na opção pelas variadas formas de tratamento. Havendo estabilidade do quadro e ausência de gravidade, o tratamento será oferecido de acordo com o grau de queixa do paciente. Isso inclui a avaliação de dor associada, e até alterações bastante individuais de autoestima e qualidade de vida, além da avaliação de sintomas urinários e intestinais.

Nos quadros mais graves, com comprometimento de outras funções do organismo pelo prolapso, estão indicados métodos que revertam danos do mesmo, que podem ser cirúrgicos ou conservadores. Se for do desejo do paciente e houver condições clínicas, podem ser realizadas cirurgias que buscam reconstituir a anatomia normal e "recolocar” os órgãos em sua posição de origem, dando-lhes mais sustentação. Estes procedimentos podem ser feitos por via vaginal, anal, abdominal e até por videolaparoscopia; com ou sem o auxílio de telas sintéticas, normalmente feitos por ginecologistas, uroginecologistas, urologistas e proctologistas.

Na ausência de possibilidades ou desejo de realizar a cirurgia, pode-se optar por outros tratamentos como o uso de um pessário, nos casos dos prolapsos genitais. O pessário é uma estrutura de silicone, sendo a mais comum em formato de anel, que é colocada dentro da vagina de forma a sustentar e manter os órgãos pélvicos em sua posição habitual, revertendo de maneira eficiente as queixas causadas pelo prolapso, sem a necessidade de um procedimento cirúrgico. Sua colocação é fácil, pode ser feita no consultório sem necessidade de internação ou anestesia, como se fosse um exame ginecológico de rotina, e os cuidados de higiene, inserção e retirada deste dispositivo podem ser mantidos rotineiramente casa pela paciente.

Ainda dentre os métodos conservadores temos a fisioterapia pélvica, que além de importante na prevenção de casos de prolapso, pode ter um excelente resultado na melhora de sintomas e das funções urinária e intestinal relacionadas ao quadro.


O Increasing conta com uma equipe médica multidisciplinar altamente capacitada e equipamentos avançados para atender pacientes com prolapso genital ou retal, a fim de se alcançar os melhores índices possíveis de cura e a melhora da qualidade de vida. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Tudo o que você precisa saber sobre o diagnóstico precoce da endometriose


A endometriose é uma condição crônica que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Conforme dados do Ministério da Saúde, a estimativa é de que uma a cada 10 sofra com os sintomas da doença e desconheça a sua existência. A endometriose pode causar dor intensa e outros problemas de saúde, por isso, é essencial o diagnóstico precoce para evitar complicações graves.


O endométrio é o tecido que reveste o interior do útero e é responsável pela menstruação. Na endometriose, esse tecido se desenvolve fora do útero e pode formar nódulos ou cistos, que afetam frequentemente os ovários, trompas de falópio e outras áreas da região pélvica e, em casos raros, até outras partes do corpo. Durante o ciclo menstrual, esses tecidos endometriais fora de lugar também respondem aos hormônios do ciclo menstrual, resultando em sangramentos e inflamações que não têm uma via de escape adequada, levando a dor e formação de cicatrizes.

O diagnóstico da endometriose pode ser desafiador, pois os sintomas muitas vezes se assemelham a outras condições, como síndrome do intestino irritável ou cistite. A confirmação da endometriose é geralmente feita por laparoscopia, um procedimento cirúrgico minimamente invasivo que permite ao médico visualizar diretamente o interior do abdômen e pelve.

Os sintomas mais comuns incluem:
  • Dor pélvica crônica, que pode ser mais intensa durante o período menstrual.
  • Dor durante relações sexuais, conhecida como dispareunia.
  • Dificuldades para engravidar, já que a endometriose pode afetar a fertilidade.
  • Alterações menstruais, como fluxo intenso ou irregular.
  • Dor ao urinar ou evacuar durante a menstruação.
  • Fadiga, diarreia, constipação, inchaço e náusea, especialmente durante o período menstrual.

Embora não haja cura definitiva para a endometriose, existem várias opções de tratamento que podem ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das mulheres afetadas. Pode incluir medicamentos para alívio da dor, terapias hormonais para controlar o crescimento do tecido endometrial e, em alguns casos, cirurgia para remover o tecido endometriótico.

A endometriose não é considerada uma condição hereditária no sentido estrito, estudos indicam que mulheres com familiares de primeiro grau com a doença têm maior risco de desenvolvê-la.

O diagnóstico precoce da endometriose é crucial para evitar complicações a longo prazo, como dor crônica, infertilidade e problemas intestinais e urinários. Se você apresenta algum dos sintomas descritos ou tem um histórico familiar de endometriose, é fundamental procurar um ginecologista para uma avaliação detalhada. O acompanhamento médico regular e a conscientização sobre a condição podem permitir um tratamento mais eficaz, e melhorar significativamente a qualidade de vida.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para atender pacientes que precisam de tratamento e até mesmo cirurgia nos casos de endometriose. Sentir dor não é normal, por isso é muito importante a consulta médica para avaliação. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Atenção primária: benefícios no diagnóstico precoce e tratamento de condições como a incontinência urinária



A atenção primária à saúde é o primeiro nível de assistência e se caracteriza por uma série de ações que buscam promover a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde com objetivo de desenvolver uma atenção integral, que impacte positivamente na saúde individual e da população como um todo (www.gov.br).

Esse conceito se aplica amplamente à saúde feminina e é a porta de entrada para os cuidados da mulher, da adolescência até a maturidade, desempenhando um papel vital na educação sobre a prevenção de doenças.

Dentro dessa área de assistência, encontram-se os programas de rastreamento (como mamografias e exames de Papanicolau) indispensáveis para detectar precocemente condições como câncer de mama e de colo de útero; a gestão de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, que podem ter implicações específicas na saúde da mulher; bem como a abordagem de algumas questões de saúde, como a incontinência urinária, por exemplo, devem ser iniciadas neste contexto. 

A incontinência urinária é um exemplo de condição muito comum e com impacto substancial na qualidade de vida das mulheres que, ainda assim, é frequentemente negligenciada e mal conduzida. Sua investigação deveria ocorrer rotineiramente, em ambiente onde as mulheres se sentissem confortáveis para discutir questões íntimas e sensíveis.

O acolhimento e a confiança no serviço médico são fundamentais neste processo, visto que muitas podem sentir vergonha ou constrangimento em falar sobre o assunto. E, neste momento, os profissionais de saúde primária podem propiciar um espaço seguro para essas conversas, oferecendo suporte emocional e encorajando um diálogo aberto sobre sintomas e preocupações, bem como coordenando um plano de tratamento, incluindo exercícios do assoalho pélvico, alterações do estilo de vida e, se necessário, encaminhamentos a especialistas

Essa organização do cuidado é essencial para assegurar que as pacientes recebam um tratamento abrangente e contínuo, a fim de evitar complicações, promover saúde e melhorar a qualidade de vida, incluindo aconselhamento sobre nutrição, atividade física e saúde mental, que são necessários para a saúde integral da mulher e para seu bem estar geral

Com um acesso facilitado e um acompanhamento contínuo, a atenção primária tem o poder de transformar a saúde da mulher, proporcionando-lhe uma vida mais saudável e plena. Conte com o Increasing para cuidar da sua saúde. Marque uma consulta e comece sua jornada para o bem-estar hoje mesmo.

Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

O que é Dispareunia? Conheça as causas, sintomas e tratamentos



A dispareunia é uma condição médica caracterizada pela dor persistente ou recorrente durante ou após a relação sexual. Essa situação afeta tanto homens como mulheres, embora seja mais comum no público feminino. A dispareunia pode ter um impacto significativo na saúde física e emocional, além de prejudicar a qualidade de vida dos indivíduos afetados, pois a dor pode ser localizada na vulva, na vagina, no útero, na bexiga, na uretra ou no reto.

Existe uma série de fatores diferentes que podem causar a dispareunia. Alguns dos fatores mais comuns incluem infecções, como candidíase e vaginose bacteriana, doença inflamatória pélvica; condições dermatológicas, como eczema ou psoríase na área genital, que podem causar desconforto durante a relação sexual; endometriose, miomas uterinos ou cistos ovarianos também podem resultar em dor durante o sexo; cicatrizes pós-cirúrgicas ou trauma físico, como o parto, também podem ser responsáveis pela dispareunia; e condições crônicas como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável. Depressão, ansiedade, história de abuso sexual (quando criança, adulto ou ambos) também são fatores de risco importantes.

Os sintomas associados à dispareunia podem variar de leves a intensos. O indivíduo pode sentir dor aguda ou latejante durante a penetração vaginal ou anal, sensação de queimação, coceira ou desconforto na área genital, dor após a relação sexual que pode durar horas ou até dias e dificuldade em iniciar ou manter relações sexuais devido à dor.

O tratamento para a dispareunia vai depender da causa e da intensidade da dor. A fisioterapia pélvica é uma medida de tratamento que ajuda com exercícios específicos para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e reduzir a dor durante o sexo. Se a causa da dispareunia for uma infecção, medicamentos antimicrobianos podem ser prescritos. No caso de problemas hormonais, terapias hormonais podem ser recomendadas. Há casos em que acompanhamento psicológico ou terapia sexual também são recomendados quando o fator emocional contribui para a dispareunia. A mudança no estilo de vida, com alterações alimentares, maior ingestão de água e exercícios físicos também podem ajudar a aliviar os sintomas.

É importante que as pessoas com dispareunia procurem ajuda médica para determinar a causa subjacente e receber o tratamento adequado. Com o diagnóstico e o tratamento correto, a pessoa pode encontrar alívio da dor durante a relação sexual. Cada caso é único e requer uma avaliação individualizada por um profissional de saúde qualificado.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para esclarecer todas as dúvidas sobre dispareunia. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Tudo o que você precisa saber sobre prevenção e tratamento de incontinência urinária em Idosos

 


A incontinência urinária, que é a perda involuntária de urina, pode acontecer em idosos e é uma condição frequente nessa faixa etária, afetando significativamente a qualidade de vida, trazendo desconforto físico, constrangimento e isolamento social, além de grande impacto no contexto biopsicossocial desses indivíduos. A prevenção e o tratamento adequados são essenciais para gerenciar essa condição e garantir um envelhecimento mais saudável e ativo. 

Uma das formas mais eficazes de prevenir a incontinência urinária é através do fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico, cuja função é dar suporte à bexiga e à uretra e ajudar no controle da liberação da urina. Com o passar dos anos, pode ocorrer seu enfraquecimento devido a fatores como o envelhecimento, gravidez, parto, climatério, obesidade e até algumas cirurgias. 

E seu fortalecimento pode ser alcançado por meio de exercícios específicos, conhecidos como exercícios de Kegel, os quais envolvem a contração e o relaxamento da musculatura perineal. 

A sua prática requer, idealmente, orientações de um profissional especializado em fisioterapia pélvica, que ensine a técnica e auxilie na identificação da musculatura que deve ser exercitada, que é aquela usada para interromper o fluxo de urina durante a micção. Uma vez identificados, estes músculos devem ser contraídos por alguns segundos e relaxados na sequência, ciclicamente, visando ao aumento progressivo do tempo de manutenção da contração e do número de repetições, sendo importante realizar os exercícios de forma personalizada e regularmente para obter resultados efetivos. 

Além de ser usado como método de prevenção, o método de Kegel, pode ser proposto como uma forma conservadora de tratamento para a incontinência urinária.

Pode, ainda, associado a outras terapias comportamentais, como o treinamento da bexiga, e que podem ajudar no aumento da capacidade da bexiga e o do intervalo entre as idas ao banheiro. Em alguns casos, dispositivos auxiliares, como cones vaginais ou pesários, são recomendados para ajudar na qualidade da contração muscular, melhorando o controle urinário e a sustentação dos órgãos pélvicos.

Em situações nas quais estas abordagens não invasivas se mostram insuficientes, existem alternativas de tratamento farmacológico e cirúrgico. Os médicos podem recomendar o uso de medicamentos destinados a diminuir as perdas urinárias ou para expandir a capacidade de armazenamento da bexiga, ou indicar intervenções cirúrgicas, particularmente em situações de perdas de urina aos esforços ou diante da ocorrência de prolapso dos órgãos pélvicos.


Cuidados em casa

Para cuidados em casa, é importante criar um ambiente que facilite o acesso ao banheiro, com iluminação adequada e caminhos livres de obstáculos. O uso de roupas fáceis de remover também pode ajudar, assim como a manutenção de um cronograma regular para urinar, o que pode prevenir acidentes. Além disso, o uso de fraldas ou absorventes específicos para incontinência, pode proporcionar conforto e evitar situações embaraçosas. Sendo importante manter uma boa higiene pessoal para prevenir irritações e infecções.

É essencial que os idosos com incontinência urinária consultem um profissional de saúde para obter um diagnóstico correto e um plano de tratamento personalizado. Com a abordagem certa, é possível gerenciar a incontinência urinária de forma eficaz, permitindo que os idosos mantenham sua independência e qualidade de vida.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para esclarecer todas as dúvidas sobre incontinência urinária. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Fraxx: O procedimento não cirúrgico que transforma a saúde íntima na menopausa

 


A radiofrequência fracionada, também chamada de Fraxx, é um procedimento que promove a melhora de alguns aspectos da saúde genital decorrentes do envelhecimento. Essa tecnologia distribui energia eletromagnética de forma precisa, a fim de estimular as fibras de colágeno e a renovação da pele. Considerado um procedimento não cirúrgico, a aplicação é personalizada de acordo com cada local (tipo de tecido) e com os efeitos desejados, permitindo diferentes ajustes relativos ao nível de energia.

Conforme explica a ginecologista e uroginecologista Augusta Morgado Ribeiro, do Increasing, o climatério é marcado pela queda acentuada do estrogênio, e a falta desse hormônio pode levar à atrofia e ao ressecamento vaginal, o que pode causar dor na relação sexual, sensação de dor em peso na pelve e na bexiga, bem como ardência e coceira vaginal. Além disso, pode haver também uma diminuição expressiva da qualidade do colágeno, fazendo com que os grandes lábios fiquem mais flácidos e com que, eventualmente, haja exposição e retração dos pequenos lábios.

Outra situação bastante comum nesta fase é o surgimento de sintomas urinários, que se manifestam por meio do desejo súbito e frequente de urinar, acompanhado ou não de perdas urinárias, bem como maior incidência de infecções urinárias. E, em alguns casos, estas queixas podem acontecer decorrentes de tratamentos cirúrgicos que envolvem a retirada dos ovários ou ainda quimio ou radioterapia, que levam a um surgimento mais precoce das queixas genitais e urinárias da menopausa”, esclarece a profissional.

Para o tratamento desses sintomas citados acima, a maioria das mulheres, independentemente da idade, pode realizar a radiofrequência fracionada, também chamado Fraxx, desde que tenham a indicação médica individualizada.

O equipamento possui ponteiras específicas para trabalhar a região interna e externa da vagina. “Aplicado por dentro da vagina, o Fraxx atua na melhora do ressecamento, da falta de elasticidade e pode promover alguma melhora de quadros de incontinência urinária leve; e, por fora, da entrada da vagina até a região perineal, pode promover melhora da firmeza, com bons resultados estéticos nos grandes lábios, diminuindo a flacidez da pele”, esclarece a médica do Increasing.

A radiofrequência fracionada atinge as camadas mais profundas da derme e estimula a produção do colágeno e de elastina, que responde com melhora da firmeza do tecido e aumento da vascularização local.

A médica esclarece que o Fraxx pode ser uma alternativa ao tratamento com laser de CO2 fracionado, que muitas pessoas acreditam ser a única técnica de rejuvenescimento íntimo não cirúrgico; com a vantagem do primeiro ser economicamente mais acessível.

Dependendo da área e do problema a ser tratado, podem ser feitas de uma a três sessões de Fraxx, com intervalo de cerca de 30 dias entre elas, conforme a avaliação médica individual”, finaliza a Dra. Augusta Morgado.

É fundamental buscar orientação de um médico especialista para avaliar a necessidade e indicação de realizar o “rejuvenescimento” íntimo. Cada mulher é única e precisa de um tratamento individualizado, que leve em consideração sua saúde geral, histórico clínico e preferências pessoais.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para esclarecer todas as dúvidas sobre saúde íntima. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Síndrome Geniturinária da Menopausa: quando o desequilíbrio hormonal afeta muito mais do que a intimidade

 


A Síndrome Geniturinária da Menopausa antes conhecida como atrofia vulvovaginal, é uma condição complexa que causa sintomas genitais, urinários e sexuais e que afeta muitas mulheres durante o climatério (seja ele natural, precoce ou até de causa cirúrgica). Sua ocorrência se dá pela diminuição dos níveis de estrogênio, hormônio responsável pelo desenvolvimento e manutenção dos órgãos reprodutivos femininos, cuja falta pode causar diversas alterações geniturinárias e impactar muito na qualidade de vida. 

Com estas variações hormonais, pode haver mudanças de algumas características vaginais como a diminuição de sua elasticidade e lubrificação, bem como seu afinamento e aumento da sensibilidade local. Alterações que geram sintomas incômodos como secura, coceira, irritação, ardor, dor e até sangramento durante a relação sexual. Associados ou independentes a estas queixas, podem ocorrer, também, o aumento da frequência urinária, urgência miccional, desconforto ao urinar e aumento da susceptibilidade a infecções do trato urinário.

É importante ressaltar que a Síndrome Geniturinária da Menopausa não é apenas uma questão estética ou sexual, mas também pode ter um impacto emocional profundo, levando, inclusive, a prejuízo nos relacionamentos afetivos. 

Existem algumas opções de tratamento disponíveis para aliviar os sintomas da atrofia vaginal, dentre as quais está a terapia de reposição hormonal, caracterizada pela administração de estrogênio na forma de pílulas, adesivos, cremes ou anéis vaginais, com o objetivo de restaurar as condições saudáveis das mucosas vaginais, reduzindo a secura e melhorando a lubrificação. 

Além dessa opção, também existem lubrificantes e hidratantes vaginais disponíveis no mercado. Esses produtos podem ser comprados sem receita médica e são uma opção para aliviar as queixas geniturinárias e aumentar o conforto durante as relações sexuais, mesmo nos casos em que o uso de hormônios está contraindicado. 

Uma outra alternativa para o tratamento são as técnicas com energias como o FRAXX, procedimento médico não cirúrgico e livre de hormônios, que promove estimular a produção de colágeno e elastina.

É fundamental buscar orientação de um médico especialista para avaliar a necessidade e indicação de tratamento para a Síndrome Urogenital da Menopausa, que pode ser controlada, propiciando alívio sintomático e uma vida íntima mais confortável e satisfatória. Cada mulher é única e precisa de um tratamento individualizado, que leve em consideração sua saúde geral, histórico clínico e preferências pessoais. 

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para atender as pacientes que precisam de tratamento em casos de atrofia vaginal e qualquer outra situação relacionada à saúde íntima. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Como a cistoscopia pode revelar segredos da sua saúde e ajudar a tratar condições sérias da bexiga

 


A cistoscopia é um exame endoscópico (do grego “endo” que significa dentro de e “scopia” que significa olhar), que possibilita uma visão de dentro da bexiga, ou seja, é realizado por meio de uma câmera, que é colocada através da uretra (o canal da urina), e que permite visualizar as paredes internas da bexiga e identificar anormalidades e doenças que podem afetar este órgão. 

O exame pode ser solicitado e realizado por urologistas ou ginecologistas para diagnosticar câncer de bexiga, doenças inflamatórias, cálculos vesicais, fístulas urinárias, bem como pesquisar causas de dor e sangramento urinário, entre outras condições. 

“Em alguns casos, a cistoscopia permite a realização de outros procedimentos como extração de tecido para biópsia, passagem de cateteres pelos ureteres, a retirada de coágulos retidos na bexiga, fragmentação de cálculos, injeção de substâncias terapêuticas, entre outros. Por se tratar de um exame endoscópico, o paciente pode ser anestesiado e, devido ao caráter pouco invasivo, recebe alta hospitalar no mesmo dia”, afirma o Dr. Marcos Tobias, urologista que integra a equipe do Increasing. 

O instrumento, chamado cistoscópio, possui uma pequena câmera na extremidade. Para a realização do exame, o paciente pode ou não ser sedado (anestesiado) e é posicionado (em posição ginecológica ou de litotomia), passa por uma limpeza antisséptica da região ao redor da uretra, para que, na sequência, o aparelho do exame seja introduzido dentro bexiga. A seguir, uma quantidade suficiente de água estéril ou soro fisiológico é introduzida para que o órgão se dilate e seja possível ter uma boa visualização de seu interior. Quando a cistoscopia é usada para realizar pequenas operações o procedimento é realizado em ambiente hospitalar sob anestesia espinhal (raquianestesia) ou geral. 

Existem dois tipos de aparelho para cistoscopia, o cistoscópio rígido e o flexível, ambos utilizados para examinar o interior da bexiga e da uretra, mas que diferem em algumas características e nas finalidades para quais são aplicados. O cistoscópio rígido é uma ferramenta semelhante a uma haste metálica, que, além de permitir a visualização do interior do órgão, também possui uma cânula que possibilita a passagem de pinças, tesouras e agulhas que permitem a realização de biópsias e procedimentos como a injeção de medicações na parede da bexiga (como atóxica botulínica para o tratamento de bexiga hiperativa). Já o cistoscópio flexível é composto por um material de fibra óptica fino, que permite um exame mais confortável, mas que, no entanto, não permite a realização outros procedimentos. 

Após a realização do exame, o paciente pode sentir o efeito da manipulação local e talvez fique um pouco dolorido, além de poder haver sangue ou ardor ao urinar. Todavia, os sintomas costumam ser leves e durar pouco tempo, permitindo que o paciente retorne normalmente às atividades rotineiras depois de algumas horas. Caso persistam, é importante consultar o médico.

O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) possui profissionais altamente capacitados para atender pacientes que apresentam problemas na uretra e na bexiga. Além disso, conta com uma ampla gama de tratamentos e terapias àqueles que buscam restabelecer a qualidade de vida. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.


Colaboração - Dr. Marcos Tobias - Urologista / Increasing

Site Minha Vida - Cistoscopia: o que é, como é feita e tempo de recuperação


Como a compressão de nervos interfere na sua saúde urinária

 

Atualmente fala-se muito sobre disfunções urinárias provocadas por lesões de nervos seja em cirurgias pélvicas ou diretamente por alguma compressão de nervos.

Quais são essas disfunções? Por que elas ocorrem? Todas as pessoas submetidas a cirurgias pélvica vão sofrer estas disfunções? Qualquer compressão nervosa leva à disfunção?

Neste texto, vamos revisar alguns conceitos importantes sobre disfunções miccionais e sobre as causas destas disfunções.

A micção, que é o ato de urinar, é controlada por uma complexa rede de nervos e músculos que trabalham juntos para garantir que a urina seja armazenada na bexiga e liberada no momento certo.

Como Funciona o Controle da Micção

  1. Bexiga e Esfíncteres:
    • A bexiga é como um balão que armazena a urina. Quando está cheia, precisa se contrair para empurrar a urina para fora.
    • Dois grupos de músculos chamados esfíncteres funcionam como "portas" que mantêm a urina dentro da bexiga até que você esteja pronto para urinar.
  2. Sistemas Nervosos:
    • O corpo usa diferentes "fios" de nervos para controlar a micção.
    • Um grupo de nervos, o sistema simpático, ajuda a segurar a urina na bexiga até que seja hora de liberar.
    • Outro grupo, o sistema parassimpático, faz o trabalho de esvaziar a bexiga quando você decide urinar.
  3. Cérebro e Medula Espinhal:
    • O cérebro age como o "chefe", decidindo quando é apropriado urinar.
    • A medula espinhal funciona como um "mensageiro", enviando sinais entre o cérebro e a bexiga.
    • Quando a bexiga está cheia, ela manda um sinal para o cérebro dizendo: "Ei, precisamos esvaziar!". O cérebro então decide se é o momento certo ou não.
O Processo de Urinar

  1. Armazenamento de Urina:
    • Quando a bexiga começa a encher, os nervos dizem aos músculos da bexiga para relaxarem, e os esfíncteres para se manterem fechados, mantendo a urina armazenada.
  2. Esvaziamento da Bexiga:
    • Quando você decide que é hora de urinar, o cérebro envia um sinal que relaxa os esfíncteres e contrai a bexiga, empurrando a urina para fora.
  3. Controle Voluntário
    • Desde que somos pequenos, aprendemos a controlar a micção, decidindo quando e onde podemos urinar. Este controle acontece porque o cérebro e os nervos trabalham juntos para permitir que esperemos até que seja o momento adequado. 
Em resumo, urinar parece simples, mas envolve um processo coordenado que garante que a bexiga segure a urina até que seja hora de liberá-la, tudo com a ajuda do cérebro e dos nervos.

Em cirurgias pélvicas de grande porte, como cirurgias para tratamento de endometriose profunda, tratamento de cânceres ginecológicos e prostatectomias podem provocar lesões nos nervos que controlam a função da micção. A compressão nervosa, causada por um nervo pressionado ou comprimido, também pode resultar em alterações urinárias.

Estas disfunções são caracterizadas por mudanças na frequência, urgência, dificuldade ou controle da micção. Essa condição pode afetar significativamente a qualidade de vida e o bem-estar de uma pessoa.

A retenção urinária é um tipo de alteração na qual há uma dificuldade em urinar ou incapacidade de esvaziar completamente a bexiga. Nesta condição, a compressão nervosa afeta os nervos que controlam a contração da bexiga e o relaxamento do esfíncter urinário, o que gera a dificuldade em iniciar ou completar o ato de urinar. Isso pode levar a uma sensação constante de bexiga cheia, desconforto abdominal e até mesmo distensão da bexiga.

A disúria é outro tipo de alteração urinária e traz como sintoma a sensação de dor, desconforto ou ardor ao urinar. A compressão nervosa pode causar irritação ou inflamação no trato urinário, que por sua vez resulta em uma sensação dolorosa ou desconfortável durante a micção. Pode ser acompanhada de aumento na frequência urinária, urgência e até mesmo sangue na urina em casos mais graves.

A hesitação urinária ocorre quando os nervos que controlam o músculo detrusor da bexiga são afetados pela compressão nervosa, dificultando o esvaziamento adequado do órgão. Ela é caracterizada pela dificuldade em iniciar o fluxo urinário, isso pode levar a um atraso no início do fluxo urinário ou até mesmo a uma incapacidade completa de urinar.

A compressão nervosa pode afetar os músculos e os nervos que controlam a função da bexiga, resultando em uma diminuição da sensibilidade ou controle do esfíncter urinário. Isso pode levar a episódios de perda involuntária de urina durante atividades como esforço físico, tosse, espirros ou uma forte sensação de urgência para urinar.

Existem diferentes tipos de incontinência urinária, como a incontinência de esforço, a incontinência de urgência e a incontinência mista. A avaliação médica, a fim de realizar a avaliação clínica e diagnóstico correto, é essencial para um tratamento adequado que pode prevenir complicações a longo prazo.

O Increasing conta com uma equipe multidisciplinar que pode ajudar em todo o processo de avaliação, exames e tratamentos a fim de restituir a qualidade de vida do paciente. Visite nosso site increasing.com.br para mais informações e descubra como podemos ajudá-lo a alcançar seus objetivos de saúde e bem-estar.

Cirurgias pélvicas: é possível evitar ou minimizar danos aos nervos da pelve?


As cirurgias realizadas na região da pelve visam corrigir problemas nos órgãos ou estruturas que compõem essa parte do corpo. No entanto, podem haver riscos aos nervos da região que, consequentemente, geram complicações na função sexual, na continência urinária e na função intestinal. Com base nessas possíveis situações, surge a neuropreservação, ou preservação nervosa, que busca minimizar ou evitar os danos aos nervos da pelve durante os procedimentos cirúrgicos e, assim, melhorar a qualidade de vida do paciente após o procedimento.


A bexiga, o útero, os ovários, a próstata, o intestino e o reto são órgãos que compõem a região pélvica. Algumas cirurgias são necessárias para tratar doenças graves, como câncer, endometriose ou fraturas pélvicas. Outras cirurgias são feitas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, como as que tratam a incontinência urinária ou o prolapso de órgão pélvico.

A prostatectomia radical (remoção total da próstata) e a histerectomia (remoção do útero) são exemplos de cirurgias na região pélvica que podem ser necessárias em casos de tumores malignos ou outras condições médicas.

A neuropreservação reside no fato de que a função dos nervos da pelve está intimamente ligada às atividades sexuais, ao controle da bexiga e ao funcionamento normal dos intestinos. Quando ocorre dano a esses nervos, pode haver comprometimento dessas funções, o que afeta significativamente a qualidade de vida do paciente.

Durante as cirurgias, podem ser utilizadas técnicas específicas para minimizar os riscos de danos aos nervos da pelve. Essas técnicas incluem identificação cuidadosa dos nervos, dissecção precisa dos tecidos, preservação de vasos sanguíneos que suprem os nervos e manuseio delicado dos tecidos ao redor dos nervos.

Além disso, é importante ressaltar que existem opções terapêuticas adicionais para ajudar a preservar a função nervosa após a cirurgia. A terapia com medicamentos ou a fisioterapia pode ser recomendada a fim de melhorar a recuperação dos nervos danificados e aumentar as chances de recuperação da função sexual e da continência urinária.

Essa estratégia cirúrgica, aliada a terapias complementares, tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes após os procedimentos. É importante discutir com o médico todas as opções disponíveis e as expectativas em relação à neuro preservação antes de se submeter a uma cirurgia na pelve.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para diagnosticar e atender pacientes que precisam de tratamentos ou cirurgias na região pélvica. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.