Transtorno da Excitação Genital Persistente (PGAD)



O Transtorno da Excitação Genital Persistente - PGAD (do inglês Persistent Genital Arousal Disorder) é uma condição rara e frequentemente debilitante, caracterizada por episódios recorrentes ou contínuos de excitação genital que não estão relacionados ao desejo sexual. Essa excitação pode incluir sensações de congestão pélvica, pulsação, formigamento ou até orgasmos espontâneos, que surgem sem estímulo erótico e sem controle voluntário.

Apesar de pouco discutido, o PGAD exerce profundo impacto na qualidade de vida, comprometendo relações íntimas, equilíbrio emocional, sono, trabalho e vida social. Muitas pessoas com o transtorno relatam sentimentos de angústia, vergonha e isolamento, sobretudo devido ao estigma em torno de sintomas associados à sexualidade.

Causas e fatores associados

As causas ainda não são totalmente compreendidas. Pesquisas sugerem que podem estar relacionadas a:
  • Alterações em nervos pélvicos (como compressões ou irritações do nervo pudendo ou de outras raízes nervosas).
  • Condições vasculares ou alterações da sensibilidade genital.
  • Uso ou suspensão de determinados medicamentos.
  • Fatores psicológicos, que podem intensificar a percepção dos sintomas.

É importante destacar que o PGAD não corresponde a um desejo sexual excessivo, mas sim a um estado de hiperatividade do sistema nervoso que regula a região genital.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico requer avaliação cuidadosa, incluindo história clínica detalhada, exames de imagem quando indicados e, em muitos casos, atuação conjunta de diferentes especialidades médicas.

O tratamento deve ser individualizado e pode envolver:
  • Abordagens neurológicas e neuropelveológicas, para investigar e tratar possíveis compressões nervosas.
  • Fisioterapia pélvica especializada, voltada para o alívio de tensões musculares que contribuem para os sintomas.
  • Apoio psicológico ou psiquiátrico, no manejo da ansiedade, depressão ou estresse associados.
  • Estratégias farmacológicas ou intervencionistas, em casos selecionados.


Sacral Tarlov cysts and spontaneous persistent genital arousal: 2 unrecognized and underappreciated health conditions with an uncertain relationship

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Nossa abordagem

Na Clínica Increasing, adotamos uma visão integrada, que reúne expertise em neuropelveologia, ginecologia, fisioterapia pélvica e saúde mental. Nosso objetivo é oferecer um cuidado especializado, humano e livre de estigmas, buscando devolver qualidade de vida e bem-estar às pessoas que convivem com esse transtorno.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.





Endometriose: os novos tratamentos hormonais podem realmente mudar sua vida?


Tudo o que Você Precisa Saber sobre o Tratamento Hormonal da Endometriose

A endometriose é uma condição crônica que afeta milhões de mulheres no mundo todo. Caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, essa doença pode causar dores intensas, infertilidade e diversos outros sintomas que comprometem profundamente a qualidade de vida. Felizmente, os avanços nos tratamentos hormonais têm trazido novas possibilidades de alívio, oferecendo esperança para quem convive com essa condição.

Avanços nos Tratamentos Hormonais

Nos últimos anos, os tratamentos hormonais para a endometriose evoluíram significativamente, trazendo opções mais eficazes para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida das pacientes.

Historicamente, o tratamento mais comum envolvia o uso de contraceptivos orais, que regulavam o ciclo menstrual e aliviavam a dor associada à menstruação. Contudo, com o avanço da medicina, novas alternativas têm sido desenvolvidas e oferecem resultados mais consistentes.

Entre os tratamentos mais recentes, destacam-se os agonistas e antagonistas do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), que atuam reduzindo os níveis de estrogênio no corpo, ajudando a controlar o crescimento do tecido endometrial. Outra abordagem promissora é o uso de moduladores seletivos dos receptores de progesterona (SPRMs), que agem diretamente nos receptores de progesterona, controlando o crescimento do tecido e aliviando a dor.

Cuidados com a Automedicação

Embora esses tratamentos hormonais ofereçam benefícios significativos, a automedicação é um risco que não pode ser ignorado. Muitos medicamentos hormonais possuem efeitos colaterais e podem não ser adequados para todas as pacientes.

É essencial buscar acompanhamento médico especializado para garantir que o tratamento seja seguro e eficaz. Embora possam reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida, esses medicamentos também podem causar efeitos colaterais, como alterações de humor, ganho de peso e perda de densidade óssea. Acompanhamentos médicos regulares são fundamentais para monitorar esses efeitos e ajustar o tratamento conforme necessário.

Terapias Alternativas e Mudanças no Estilo de Vida

Além dos tratamentos hormonais, terapias alternativas também têm mostrado bons resultados no controle dos sintomas da endometriose. Algumas dessas opções incluem:

  • Fisioterapia pélvica: ajuda a aliviar a dor crônica, melhorar a função muscular e a postura.

  • Acupuntura: investigada como uma forma eficaz de reduzir a dor e o desconforto associados à endometriose.

Mudanças no estilo de vida também podem ser benéficas. Uma alimentação saudável, rica em frutas, vegetais e gorduras boas, associada à prática regular de exercícios físicos, pode ajudar a reduzir a inflamação e melhorar os sintomas. Técnicas de gerenciamento do estresse, como yoga e meditação, também podem trazer alívio para muitas mulheres.

Plano de Tratamento Personalizado

A escolha do tratamento hormonal ideal depende de fatores como gravidade dos sintomas, idade, desejo de engravidar no futuro e tolerância aos efeitos colaterais. A criação de um plano de tratamento personalizado, desenvolvido em conjunto com um ginecologista, é fundamental para garantir o melhor resultado.

Exames regulares, acompanhamento médico constante e comunicação aberta sobre sintomas e eficácia do tratamento são essenciais para alcançar os melhores resultados. Em alguns casos, pode ser necessário ajustar ou combinar diferentes abordagens terapêuticas.

Apoio Especializado na Increasing

A Increasing conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados para oferecer o tratamento mais adequado e, quando necessário, realizar cirurgias nos casos mais graves de endometriose. Nosso objetivo é ajudar a controlar a condição de forma eficaz, proporcionando uma vida mais saudável e confortável para nossas pacientes.

Entre em contato para mais informações e para agendar uma consulta especializada. Estamos aqui para cuidar de você e ajudá-la a viver sem dor.

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Nervo ciático: pode ser a causa da sua dor nas pernas



Tudo o que você precisa saber sobre o nervo ciático


O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano e desempenha um papel fundamental na transmissão de sinais sensoriais e motores entre o cérebro e a parte inferior do corpo. Ele se estende desde a região lombar, passa pela região glútea e posterior da coxa, até alcançar os pés.

O nervo ciático é formado por várias raízes nervosas que saem da porção inferior da coluna vertebral, conhecida como região lombar e sacral. Essas raízes se unem e formam o nervo ciático, responsável por suprir os nervos da maioria dos músculos da perna, assim como da pele da região. Quando essas raízes são comprimidas ou inflamadas, causam dores e desconfortos significativos, que podem reduzir e até limitar as atividades da vida diária.

Causas de dores e sintomas

A dor no nervo ciático é uma condição que afeta muitas pessoas e pode ser provocada por diversas causas, como hérnias de disco, síndrome do piriforme, compressão do nervo devido a lesões ou inflamações, sobrecarga na coluna lombar, entre outros problemas. Fatores de risco como obesidade, falta de atividade física e posturas inadequadas ao sentar contribuem para o surgimento dessas complicações.

Os sintomas mais comuns incluem dor intensa irradiada da região lombar para a perna, formigamento ou sensação de queimação, dormência, fraqueza muscular e dificuldade para se movimentar. Esses sinais podem se intensificar ao sentar-se ou durante certos movimentos.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico das dores no nervo ciático é realizado por um profissional de saúde após avaliação clínica. Em alguns casos, exames de imagem como raio-x, ressonância magnética ou eletroneuromiografia são necessários. O tratamento varia conforme a gravidade e a causa da dor, podendo incluir fisioterapia, medicamentos anti-inflamatórios, repouso, alongamentos e exercícios para fortalecimento da musculatura lombar e das pernas.

Nos casos mais graves, pode ser necessária a cirurgia para aliviar a compressão do nervo. No entanto, a maioria dos casos de ciatalgia responde bem ao tratamento conservador e à reabilitação. É fundamental que o paciente procure orientação profissional para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento eficaz.

Prevenção

Para prevenir problemas relacionados ao nervo ciático, é importante manter uma boa postura, praticar atividades físicas regulares para fortalecer a musculatura da região lombar e das pernas, evitar o sedentarismo, manter o peso corporal adequado e adotar medidas ergonômicas no ambiente de trabalho e em casa.

O nervo ciático tem papel essencial na função do corpo humano. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível aliviar os sintomas e recuperar a qualidade de vida. O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) oferece cuidados multidisciplinares e multiprofissionais integrados. Com abordagem cuidadosa e humanizada, o instituto conta com uma equipe altamente qualificada, dedicada à saúde dos pacientes e à restauração da qualidade de vida por meio de tratamentos personalizados e eficazes. 

Conte com o Increasing para o seu bem-estar.

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O que é Síndrome Miofascial e quais os tratamentos?



A Síndrome Dolorosa Miofascial é uma disfunção neuromuscular causada pela presença de pontos hipersensíveis, chamados pontos-gatilho, no sistema musculoesquelético. Quando pressionados, os músculos se contraem e desencadeiam dor, que pode ser local ou irradiada. Entenda a seguir as causas dessa síndrome, como evitá-la e quais são os tratamentos indicados para os pacientes com esse diagnóstico.

Em uma tradução mais técnica, "síndrome" significa conjunto de sinais e sintomas de uma doença. "Dolorosa" porque provoca dor. "Miofascial" vem da junção de "mio", que representa o músculo, e "fáscia", tecido que envolve e conecta os órgãos do corpo.

O ponto-gatilho corresponde a um nó de contração dentro de uma banda tensa. Além de gerar dor localizada, também pode causar sensibilidade muscular e redução da amplitude dos movimentos. As origens dessa síndrome podem estar associadas tanto a fatores psicológicos quanto a físicos. Ansiedade, depressão, anemia, diabetes, problemas na tireoide, doenças reumáticas, estresse muscular por movimentos repetitivos, mau condicionamento físico, postura inadequada e até mesmo o uso de roupas apertadas podem desencadear a dor miofascial.

O diagnóstico é clínico, feito por meio da palpação de bandas musculares tensas nos músculos afetados, e pode ser realizado por um fisiatra, médico especialista em reabilitação e dor. Em alguns casos, podem ser solicitados exames complementares a fim de eliminar outras doenças e complicações.

O tratamento consiste na identificação da causa e sua correção, que pode incluir exercícios de alongamento, uso de medicamentos analgésicos ou relaxantes musculares, aplicação de injeções nos pontos-gatilho e até mesmo acupuntura.

Há diversas possibilidades de tratamento para a dor resultante dessa síndrome. Além das opções já citadas, o paciente pode adotar uma atividade física segura com o acompanhamento de um profissional da saúde, utilizar técnicas de relaxamento para aliviar o estresse emocional como ioga e meditação, corrigir a postura para reduzir a tensão muscular, fazer uso da toxina botulínica tipo A, recorrer à fisioterapia motora, à estimulação elétrica transcutânea, entre outras abordagens.

A dor é uma área de estudo complexa. Por isso, recomenda-se procurar um médico especialista no assunto, como o fisiatra, que possui amplo conhecimento e experiência no tratamento de dores musculares e esqueléticas. No caso da síndrome dolorosa miofascial, qualquer pessoa pode ser acometida, sendo mais comum em indivíduos acima dos 30 anos de idade, o que pode comprometer a qualidade de vida.

A Increasing conta com uma equipe médica multidisciplinar altamente capacitada e com equipamentos avançados para oferecer o melhor tratamento aos pacientes diagnosticados com síndrome dolorosa miofascial. Procure uma de nossas unidades ou realize sua consulta por telemedicina, sem precisar sair de casa.

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Quais os benefícios de utilizar neuromoduladores na região pélvica?


A neuromodulação é uma técnica que auxilia na alteração reversível da atividade do sistema nervoso e alivia diversos tipos de sintomas. Na região pélvica é uma grande aliada na retomada das funções perdidas, pois consegue trazer de volta o estímulo nervoso à uretra e ao ânus que diminui o risco de incontinência urinária e fecal.

A dor pélvica crônica é uma condição que pode se manifestar por causas desconhecidas ou mesmo como sintoma de alguma doença, por exemplo: lesão na região, fibromialgia, síndrome do intestino irritável, endometriose, mioma uterino, doenças do ovário, entre outros.

A neuromodulação para o tratamento da dor pélvica crônica se mostrou útil devido a sua técnica minimamente invasiva e por interromper a dor ao nível do cérebro, da medula espinhal e dos nervos periféricos. A indicação do neuroestimulador se dá somente para os casos de pacientes com dores neuropáticas que não obtiveram melhora com nenhuma das demais possibilidades de tratamentos multidisciplinares e clínicos.

Além desta utilização, os neuromoduladores podem ser a chave para diversos outros problemas, devido a melhora substancial na qualidade de vida, maior independência e até mesmo a retomada de certos movimentos perdidos.

Estes implantes começaram a trazer esperança para diversos pacientes que, muitas vezes, já estavam conformados com as dores crônicas que sentiam nas pernas e na região glútea. Também está sendo utilizado em paraplégicos, tetraplégicos, amputados com dores em membros fantasma e alguns casos de endometriose.

Em comum, estes pacientes têm alterações funcionais dos nervos lombares e sacrais que controlam as pernas, a bexiga, o reto, os órgãos genitais, a porção final do intestino, a uretra e o ânus. Hoje, uma nova técnica permite alcançar estas regiões muito mais facilmente, por meio de videolaparoscopia, combinando tecnologias já disponíveis na ginecologia e na neurocirurgia.

“Os nervos e as técnicas já são conhecidos, mas a novidade está na união delas. Agora há novos meios de acessá-los e inúmeras possibilidades podem beneficiar milhares de pacientes no mundo inteiro”, afirma o Prof. Dr. Nucelio Lemos, especialista em Neuropelveologia, ginecologia e uroginecologia, que integra a equipe do Increasing.

Ao lado do Prof. Marc Possover - conhecido por suas pesquisas nas áreas de oncologia ginecológica, tratamento cirúrgico da endometriose e Neuropelveologia - o Prof. Dr. Nucelio Lemos é o representante brasileiro nestes estudos e também no tratamento e acompanhamento de pacientes participantes na Suíça e no Brasil.

"Diversas cirurgias já foram realizadas em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil, e a maioria bem sucedida. Entre os casos já publicados, há pacientes que voltaram a ter controle urinário e relatos de melhora na qualidade da ereção e da vida sexual", esclarece o Dr. Nucelio.

Além dos tratamentos, os diagnósticos, até então pouco conhecidos, também já são possíveis com esta nova abordagem dos nervos da região pélvica. Algumas formas de endometriose, por exemplo, antes difíceis de identificar por conta da localização, assim como a compressão nervosa por fibrose, decorrentes de procedimentos cirúrgicos ou, ainda, a compressão de nervos por varizes intra-abdominais são alguns exemplos.

A equipe multidisciplinar do Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) conta com profissionais capacitados para o tratamento da Dor Pélvica Crônica. Em caso de dores na região da pelve, procure um médico ginecologista, e se for homem busque por um urologista.

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Médico da equipe Increasing assina artigo internacional sobre técnica inovadora para tratamento de dor pélvica crônica



O médico brasileiro Dr. Nucelio Lemos, integrante da equipe Increasing, é um dos autores de um importante artigo publicado na prestigiada revista Journal of Minimally Invasive Gynecology (JMIG). O trabalho descreve uma técnica cirúrgica inovadora para o tratamento de dor pélvica crônica associada a complicações com malhas sintéticas utilizadas em cirurgias de prolapso.

Intitulado "Combined Laparoscopic and Vaginal Radical Prolift Mesh Excision With Left Sacral Nerve Root Detrapment", o artigo apresenta, por meio de vídeo e descrição detalhada, um procedimento que combina acesso laparoscópico e vaginal para remover a malha e, ao mesmo tempo, realizar a descompressão dos nervos pélvicos — uma abordagem que visa minimizar danos neurológicos e melhorar os resultados clínicos.

O estudo relata o caso de uma paciente de 62 anos que, anos após o implante da malha Prolift®, passou a apresentar dor intensa na região pélvica. A investigação revelou fibrose e aprisionamento das raízes nervosas sacrais (S3-S4), o que levou à adoção da técnica descrita. O tratamento cirúrgico combinou precisão anatômica, neuromodulação e excisão radical da malha, com excelente resultado clínico.

Segundo Dr. Nucelio Lemos, referência internacional em Neuropelveologia, “a compreensão aprofundada da anatomia pélvica e a integração de técnicas minimamente invasivas são fundamentais para tratar com segurança e eficácia quadros complexos como esse”.



A participação no artigo reforça o compromisso da equipe Increasing com a ciência, a inovação cirúrgica e a excelência no cuidado com a saúde pélvica, especialmente de pacientes com dores crônicas de difícil resolução.

Além do Dr. Nucelio Lemos, também assinam a publicação Yasir Bukhari MBBS, FRCSC; Corey Sermer MD, MSc e Maggie Payne MD.

O artigo está disponível no site da Journal of Minimally Invasive Gynecology de forma aberta até 15 de julho de 2025, e pode ser acessado pelo link: https://doi.org/10.1016/j.jmig.2025.03.016


Dor na Pelve? Isso também é coisa de homem!



De que forma a Dor Pélvica Crônica afeta a vida dos homens?

Ao ouvir o termo "dor pélvica crônica", muita gente pensa imediatamente em mulheres, uma vez que essa condição é frequentemente associada a problemas femininos. No entanto, homens também podem sofrer desse incômodo, e é importante entender as causas, os sintomas e como tratar essa condição para garantir uma qualidade de vida melhor.

O que é Dor Pélvica Crônica?

A dor pélvica é aquela que ocorre na parte mais baixa do abdome e na região da pelve. Quando essa dor persiste por seis meses ou mais, ela é classificada como crônica. Em homens, a dor pélvica crônica pode ter diversas origens, desde inflamações em órgãos do sistema reprodutivo até problemas musculares.

Causas da Dor Pélvica Crônica em Homens

Algumas causas comuns da dor pélvica crônica em homens incluem:
  • Problemas da Próstata: Inflamações, tumores, infecções ou o crescimento exagerado da próstata podem causar dor crônica e são muitas vezes difíceis de diagnosticar.
  • Tensão muscular: Assim como é possível tensionar os músculos das costas ou pescoço, os músculos na região pélvica também podem ficar tensionados e causar dores.
  • Problemas ortopédicos: problemas na coluna, bacia ou quadris podem levar à sobrecarga das articulações da pélvica, e consequentemente, gerar dor crônica.
  • Cistite intersticial: Condição onde a parede da bexiga se inflama e causa dor e frequência urinária.
  • Hérnias: Uma hérnia ocorre quando uma parte do intestino empurra através de um ponto fraco nos músculos abdominais.
Estas são apenas algumas das causas; outros problemas médicos ou até mesmo estresse podem desencadear sintomas similares.

Sintomas a Observar

  • Além da dor na região pélvica, que pode variar de leve a intensa, muitos homens experimentam outros sintomas, tais como:
  • Urgência para urinar
  • Dor ou desconforto ao urinar
  • Dor nas costas
  • Dor durante a ejaculação
  • Pressão ou desconforto no reto

Como Diagnosticar

Se o homem sentir dor na região pélvica, é fundamental consultar um médico para obter um diagnóstico preciso. O profissional perguntará sobre seus sintomas e poderá solicitar exames, como ultrassom ou exames de urina, para determinar a causa da dor.

Tratamento da Dor Pélvica Crônica

Dependendo da causa, o tratamento para dor pélvica crônica pode variar:
  • Medicamentos: Analgésicos, relaxantes musculares ou antibióticos podem ser prescritos, a depender da causa da dor.
  • Fisioterapia: Para dores relacionadas à tensão muscular, a fisioterapia pode ser extremamente benéfica. Exercícios específicos podem ajudar a fortalecer e relaxar os músculos pélvicos.
  • Mudanças no estilo de vida: Às vezes, mudanças simples, como reduzir o consumo de cafeína ou aprender técnicas de relaxamento, podem fazer uma grande diferença.
  • Procedimentos médicos: Em casos mais graves, procedimentos específicos ou cirurgias podem ser necessários.

A dor pélvica crônica em homens é uma condição que não deve ser ignorada. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando esse tipo de desconforto, é essencial buscar ajuda médica. Com o diagnóstico e tratamento adequados, é possível retomar uma vida confortável e sem dores.

É importante uma equipe interdisciplinar, além de uma abordagem biopsicossocial e um modelo de escolha compartilhada com os pacientes ativamente envolvidos em suas decisões de saúde, pois o objetivo do tratamento é maximizar a qualidade de vida com ênfase em envolver o indivíduo no autogerenciamento.

A equipe multidisciplinar do Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) conta com profissionais capacitados para o tratamento da Dor Pélvica Crônica. Em caso de dores na região da pelve, procure um médico ginecologista, e se for homem busque por um urologista.

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Tensão Pré-Menstrual e o Transtorno Disfórico Pré-Menstrual: como essas condições afetam a vida da mulher?


A Tensão Pré-Menstrual (TPM) e o Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM) são duas condições semelhantes que afetam as mulheres durante a segunda fase do ciclo menstrual (semanas antes da menstruação). Ambas são caracterizadas por sintomas físicos e emocionais, e a diferença entre elas se encontra na intensidade e na gravidade do conjunto de queixas.

A maioria das pessoas que menstruam têm alguns sintomas antes desse período, mas somente cerca de 20 a 30% tem um conjunto de sinais regulares que se caracterizam como Tensão Pré-Menstrual. Já o Transtorno Disfórico Pré-Menstrual tem prevalência estimada entre 3 a 8% das mulheres e, por muitas vezes, é negligenciado ou diminuído, fazendo com que suas portadoras sofram com alterações de humor e funcionalidade por anos.

Os sintomas mais comuns da TPM podem incluir alterações de humor, irritabilidade, ansiedade, sensibilidade emocional, inchaço abdominal, dores de cabeça, dores nas mamas, cansaço, alterações no apetite, alterações no sono, falta de concentração e desejo por alimentos doces ou salgados.

O TDPM tem os mesmos sintomas da TPM, porém com características mais marcantes de humor depressivo, de ansiedade, e de irritabilidade emocional. O interesse nas atividades diárias pode ser reduzido e os sintomas podem ser intensos o suficiente para interferir na rotina diária. Geralmente, é um transtorno angustiante e impactante para quem o experimenta.

A intensidade e a variedade dos sintomas podem mudar entre as mulheres e de ciclo para ciclo. No entanto, para que seja diagnosticada como uma síndrome ou um transtorno é necessário que haja um padrão de sintomas físicos e emocionais cíclicos e que os mesmos tenham impacto na vida da pessoa que menstrua.

O TDPM ainda é pouco esclarecido, mas pode ter relação com os níveis hormonais do ciclo menstrual. A variação dos níveis de alguns hormônios, como a progesterona, parece estar associada aos sintomas, bem como à variação de alguns neurotransmissores, como a serotonina, que participa no controle do humor. Nos casos mais intensos, que interferem negativamente a qualidade de vida, pode-se considerar o uso de algumas medicações como as pílulas contraceptivas hormonais para controle das variações hormonais ao longo do ciclo; uso de diuréticos; e em pessoas com relevante alteração de humor e de funcionalidade pode-se considerar o uso de antidepressivos.

Ambas as situações devem ser valorizadas e as mulheres estimuladas a acompanharem as manifestações de seu ciclo menstrual, além de orientadas quanto as medidas de estilo de vida para controle do mesmo, com observações particulares do que melhor as auxilia durante esta fase.

Além de um diagnóstico assertivo e do autoconhecimento dos sintomas, a mulher pode adotar medidas a fim de amenizar o impacto desse período em sua vida. Isso pode incluir orientações nutricionais específicas para controle de inchaço, por exemplo, associado também a um plano de exercícios físicos que respeite as variações de seu ciclo e ainda um bom suporte psicológico e psiquiátrico para a manutenção de sua saúde mental, conforme necessário.

O ginecologista é o profissional que mais tem contato com a mulher em sua idade reprodutiva e, portanto, deve incluir em sua rotina a investigação da síndrome pré-menstrual e do transtorno disfórico pré-menstrual, de forma a diagnosticar precocemente estas condições, sendo capaz de oferecer os recursos necessários para seu tratamento adequado.

A TPM e o TDPM são desafios que muitas mulheres enfrentam mensalmente, mas com a orientação adequada e a adoção de estratégias de controle, é possível minimizar seus efeitos na vida diária. É essencial buscar apoio médico e cuidar da saúde física e mental para enfrentar essas condições de forma mais tranquila e equilibrada.

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Neuropatia do pudendo: entenda as causas, os sintomas e os tratamentos



O nervo pudendo se encontra na região pélvica e é o responsável por fornecer o controle motor para alguns músculos dessa região e a sensibilidade ao períneo, esfíncteres anal e uretral externos, genitália e uretra. A neuralgia do pudendo é uma síndrome compressiva dolorosa que danifica o nervo e prejudica a qualidade de vida do paciente, trazendo, por exemplo, interferência na saúde sexual do indivíduo, além de constipação intestinal e outros sintomas que veremos a seguir.

O pudendo faz parte do plexo sacral, um conjunto de nervos na última porção da coluna vertebral, que se ramificam ainda pelo intestino, região glútea e pernas. Seu dano pode ocorrer devido a longos períodos que uma pessoa permanece sentada; micro trauma perineal devido ao uso contínuo de bicicleta, cavalo ou moto; trabalho de parto; levantamento de peso; infecção profunda e cirurgia pélvica. Compressões vasculares, fibróticas, tumorais, musculares e por endometriose são etiologias possíveis.

Quando danificado, pode causar transtornos no sistema neurológico do assoalho pélvico. Em geral, a neuropatia do pudendo resulta em dor que se estende do ânus até o clitóris/ pênis, dor predominantemente ao sentar-se, ausência de sensibilidade na região, dor na relação sexual (que muitas vezes impossibilita o paciente de realizar), dor ao urinar ou evacuar, que pode gerar outros problemas como a constipação intestinal e incontinências.

Uma entrevista com o paciente para entender suas dores e sua rotina auxilia no diagnóstico da neuropatia do pudendo. Complementar a isso, a eletroneuromiografia é o exame que pode confirmar se o nervo está danificado. Por meio de sensores ou eletrodos, é possível monitorar a latência sensorial e motora da região afetada. A neurografia, técnica recente de ressonância, também pode demonstrar alguma lesão direta no nervo.

É importante, como forma de prevenção e autocuidado, levar uma vida ativa e realizar atividade física, a fim de evitar o sedentarismo e passar muitas horas do dia apenas sentado. Vale destacar que determinadas atividades e/ou esportes em excesso, como o ciclismo e hipismo, também podem desencadear a inflamação no nervo pudendo, por isso pratique com moderação.

O tratamento para quem está com o nervo danificado pode ser clínico ou cirúrgico, a depender da intensidade dos sintomas. A fisioterapia pode ajudar por meio de exercícios de alongamento e manobras para relaxamento pélvico. O uso de medicamentos como relaxantes musculares, analgésicos, anticonvulsivantes e antidepressivos tricíclicos também podem ser prescritos pelo médico para minimizar os sintomas.

A infiltração, também chamada de bloqueio anestésico, guiada pela tomografia computadorizada, é uma técnica que contribui tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento da neuropatia, tendo como resultado a diminuição da inflamação, o alívio dos sintomas e a melhora no condicionamento da área afetada. O tratamento cirúrgico só é indicado nos casos de compressão do nervo que não melhoram com o tratamento clínico.

Com profissionais altamente capacitados e uma equipe médica multiprofissional, diversos problemas de saúde ou complicações devido a ocorrências/acidentes que acometem a região pélvica, podem ser tratados no Increasing. O objetivo é proporcionar um atendimento humanizado, com transparência, e trazer ao paciente os melhores índices possíveis de cura ou a melhora na qualidade de vida.

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Tipos de Alterações de Sensibilidade Associados à Compressão Nervosa



A compressão nervosa ocorre quando um nervo é pressionado ou comprimido por estruturas adjacentes, como músculos, ossos ou ligamentos. Essa condição pode provocar uma série de sintomas, especialmente alterações na sensibilidade, como dormência, formigamento ou sensação de queimação em áreas específicas do corpo.

As alterações de sensibilidade resultantes da compressão nervosa podem ser causadas por diversas condições, incluindo hérnias de disco, síndrome do túnel do carpo, síndrome do piriforme, lesões traumáticas, tumores ou processos inflamatórios. O diagnóstico preciso e o tratamento adequado são fundamentais para aliviar os sintomas e evitar complicações a longo prazo.

Entre as alterações sensoriais mais comuns associadas à compressão nervosa, destaca-se a parestesia, caracterizada por sensações de formigamento, dormência, picadas ou agulhadas. Isso ocorre quando a compressão ou irritação de um nervo interfere na comunicação normal entre o sistema nervoso periférico e o cérebro. A parestesia pode afetar qualquer região do corpo.

A hipoestesia é outra alteração importante, marcada pela diminuição da sensibilidade em uma área específica. Essa redução pode variar desde uma leve sensação de dormência até a perda quase total da sensibilidade. A compressão nervosa prejudica o fluxo normal de sinais sensoriais do local afetado até o cérebro, resultando em uma sensação de diminuição da percepção.

A hiperalgesia se refere ao aumento da sensibilidade à dor em uma área comprimida. Esse fenômeno ocorre quando a compressão nervosa ou o dano aos tecidos adjacentes torna o sistema nervoso mais sensível aos estímulos dolorosos, gerando dor intensa e prolongada. 

Outro tipo de alteração sensorial é a alodinia, que se caracteriza pela dor provocada por estímulos que normalmente não seriam dolorosos, como um toque leve ou uma pressão suave. Essa condição ocorre quando a compressão nervosa altera a forma como os nervos transmitem sinais sensoriais, fazendo com que estímulos inofensivos sejam erroneamente interpretados como dolorosos.

Por fim, a anestesia envolve a perda completa de sensibilidade em uma área específica do corpo, geralmente quando a compressão nervosa bloqueia totalmente a transmissão de sinais sensoriais entre a região afetada e o cérebro. A anestesia pode ser temporária, como ocorre após a administração de anestesia local em procedimentos médicos, ou permanente, em casos graves de compressão nervosa crônica.

Caso experimente algum desses sintomas de alteração sensorial, é importante procurar um médico para avaliação clínica. O profissional poderá solicitar exames complementares, como ressonância magnética ou eletroneuromiografia, e recomendar o tratamento adequado, que pode incluir medicamentos, fisioterapia, exercícios, intervenções minimamente invasivas ou até cirurgia.

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Tudo o que você precisa saber sobre o nervo ciático


O nervo ciático é o maior e mais longo nervo do corpo humano, desempenhando um papel crucial na transmissão de sinais sensoriais e motores entre o cérebro e a parte inferior do corpo. Ele se estende da região lombar, passa pela região glútea e pela parte posterior da coxa, até alcançar os pés.


Como o nervo ciático funciona?

Formado por várias raízes nervosas que emergem da porção inferior da coluna vertebral (região lombar e sacral), o nervo ciático é responsável por fornecer os nervos para a maioria dos músculos das pernas, além de sensações na pele da região. Quando essas raízes nervosas são comprimidas ou inflamadas, pode ocorrer dor intensa e desconforto, impactando significativamente a capacidade de realizar atividades diárias.

Causas da dor ciática e seus sintomas

A dor ciática é uma condição comum que pode ser causada por diversas razões, como hérnias de disco, síndrome do piriforme, lesões ou inflamações que comprimem o nervo ciático, além de sobrecarga na coluna lombar. Fatores como obesidade, sedentarismo e posturas inadequadas ao sentar ou levantar podem aumentar o risco de complicações.


Os sintomas típicos incluem:
  • Dor intensa na região lombar que irradia para as pernas.
  • Sensações de formigamento, queimação ou dormência.
  • Fraqueza muscular e dificuldade de movimento.
  • Esses sintomas geralmente pioram ao sentar-se ou ao realizar certos movimentos.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico da dor ciática é feito por um profissional de saúde, com base em uma avaliação clínica detalhada e, quando necessário, exames de imagem, como raio-x, ressonância magnética ou eletroneuromiografia. O tratamento varia conforme a gravidade e a causa da dor e pode incluir:

  • Fisioterapia: para fortalecer os músculos da região lombar e das pernas.
  • Medicamentos: para alívio da dor e da inflamação.
  • Repouso: para evitar agravamento da dor.
  • Exercícios e alongamentos: para melhorar a flexibilidade e prevenir futuras lesões.
Em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária para aliviar a compressão do nervo ciático, mas a maioria dos casos pode ser tratada com métodos conservadores e reabilitação.

Prevenção

A prevenção é fundamental para evitar problemas relacionados ao nervo ciático. Algumas práticas podem reduzir significativamente o risco de dor ciática:
  • Manter uma boa postura: ao sentar, levantar e caminhar.
  • Praticar atividades físicas regularmente: fortalecer a musculatura lombar e das pernas.
  • Evitar o sedentarismo: e adotar um estilo de vida ativo.
  • Manter um peso saudável: para reduzir a sobrecarga na coluna vertebral.
  • Adotar medidas ergonômicas: no trabalho e nas atividades diárias.

Qualidade de vida com tratamento adequado

O nervo ciático é essencial para o funcionamento do corpo, e entender suas funções e como prevenir ou tratar suas complicações pode melhorar significativamente a qualidade de vida. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível aliviar os sintomas e evitar a progressão da dor ciática.

O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) é um centro pioneiro no cuidado multidisciplinar e integrado, oferecendo tratamentos personalizados e eficazes. Nossa equipe altamente qualificada cuida da saúde de cada paciente de forma humanizada e especializada. Confie no Increasing para melhorar o seu bem-estar e qualidade de vida.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

O que é Dispareunia? Conheça as causas, sintomas e tratamentos


A dispareunia é uma condição médica caracterizada por dor persistente ou recorrente durante ou após a relação sexual. Embora possa afetar tanto homens quanto mulheres, é mais comum entre as mulheres. Esta condição pode impactar significativamente a saúde física e emocional, prejudicando a qualidade de vida de quem sofre com ela. A dor pode ser localizada na vulva, vagina, útero, bexiga, uretra ou reto.


Diversos fatores podem causar a dispareunia. Entre os mais comuns estão: infecções, como candidíase e vaginose bacteriana; condições dermatológicas, como eczema ou psoríase na região genital, que causam desconforto durante o sexo; doenças como endometriose, miomas uterinos ou cistos ovarianos, que também podem resultar em dor; cicatrizes pós-cirúrgicas ou traumas físicos, como os decorrentes do parto; e condições crônicas, como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável.

Os sintomas associados à dispareunia podem variar em intensidade, desde leves até muito fortes. A dor pode ser aguda ou latejante durante a penetração vaginal ou anal, acompanhada de sensação de queimação, coceira ou desconforto na região genital. Também pode haver dor após a relação sexual, que pode durar horas ou até dias, e dificuldade em iniciar ou manter relações sexuais devido à dor.

O tratamento para a dispareunia depende da causa e da intensidade da dor. A fisioterapia pélvica, com exercícios específicos para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, pode ser eficaz na redução da dor durante o sexo. Quando a causa é uma infecção, o uso de medicamentos antimicrobianos pode ser necessário. Em casos de problemas hormonais, terapias hormonais são recomendadas. Além disso, o acompanhamento psicológico ou a terapia sexual pode ser útil quando fatores emocionais contribuem para a dispareunia. Mudanças no estilo de vida, como uma alimentação balanceada, maior ingestão de água e a prática de exercícios físicos, também podem ajudar a aliviar os sintomas.

É fundamental que as pessoas com dispareunia busquem ajuda médica para identificar a causa e receber o tratamento adequado. Com o diagnóstico correto e a abordagem terapêutica adequada, é possível encontrar alívio da dor durante a relação sexual. Cada caso é único e requer uma avaliação personalizada por um profissional qualificado.

O Increasing conta com uma equipe multidisciplinar e profissionais especializados habilitados para lidar com a dispareunia, dedicados a melhorar sua qualidade de vida. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Com abordagem multidisciplinar, Pelvic Anatomy Expo reúne diversas especialidades médicas para debater neuroanatomia pélvica


Pelvic Anatomy Expo 2025 é um evento colaborativo que vai refletir e compartilhar experiências sobre a evolução clínica e cirúrgica de toda a região pélvica. Com transferência de conhecimento multidisciplinar, ou seja, diversas especialidades médicas reunidas, será possível aprofundar e colocar em prática, por meio das dissecções em cadáveres, todas as didáticas desta edição.


Serão seis dias de imersão em neuroanatomia pélvica. De 4 a 9 de abril de 2025 será realizada uma série de cursos especializados em cirurgia ginecológica e neuroanatomia pélvica, reunindo especialistas internacionais para treinamentos práticos de alto nível. A Universidade de Saint Louis, em Missouri, nos Estados Unidos, receberá os participantes com toda a melhor e mais tecnológica estrutura a fim de que a experiência dos profissionais seja de fato marcante.




O estudo da neuroanatomia pélvica ultrapassa os limites das especialidades médicas tradicionais e fomenta oportunidades de colaboração entre ginecologistas, cirurgiões colorretais, urologistas, e cirurgiões pélvicos especializados em quadril, coluna e nervos periféricos. Por isso a Pelvic Anatomy Expo traz uma abordagem multidisciplinar, a fim de compartilhar diferentes pontos de vista e experiências que vão agregar os atendimentos clínicos e cirúrgicos.


A programação inicia com o curso "Fundamentos de Cirurgia Ginecológica Avançada", ministrado em espanhol, que oferecerá uma plataforma cadavérica para o aprimoramento de técnicas cirúrgicas desafiadoras. Os participantes terão a oportunidade de aprimorar suas habilidades de sutura nos ângulos mais complexos da pelve, além de treinar procedimentos avançados, como histerectomia total laparoscópica, sacrocolpopexia laparoscópica e reparação paravaginal, garantindo mais segurança e precisão na realização dessas cirurgias.


No mesmo período, o curso "Neuroanatomia Avançada da Pelve", ministrado em inglês, será voltado para cirurgiões laparoscópicos experientes que desejam aprofundar seus conhecimentos na preservação de nervos e no tratamento da dor pélvica. O treinamento incluirá uma extensa abordagem prática sobre neuroanatomia autonômica e somática da pelve, visando minimizar complicações e aprimorar técnicas cirúrgicas. Além disso, os participantes terão contato com as bases da Neuropelveologia, campo inovador que estuda e trata disfunções neurológicas pélvicas. O curso será dividido entre palestras, dissecações ao vivo e atividades práticas, permitindo que cada participante reproduza as técnicas sob orientação de mentores especializados.



Também entre os dias 4 e 6 de abril, será realizado o curso "Implicações Cirúrgicas e Clínicas da Neuroanatomia Pélvica, do Quadril, da Coluna e do Core", um programa multidisciplinar voltado para profissionais que lidam com pacientes com dor pélvica crônica. O curso abordará, de forma aprofundada, a identificação e o tratamento de aprisionamentos nervosos, patologias do nervo sacral e do quadril, além de técnicas cirúrgicas e intervencionistas para dor neuropática. A metodologia inclui palestras abrangentes, dissecações ao vivo e treinamentos práticos, promovendo a colaboração entre diferentes especialidades médicas, como neurocirurgia, cirurgia ortopédica, ginecologia, urologia e fisiatria.

Encerrando a programação, entre os dias 7 e 9 de abril, será realizado o curso "Anatomia Avançada e Técnicas Cirúrgicas para Tratamento de Endometriose Infiltrante Profunda", ministrado em inglês e espanhol. O treinamento abordará técnicas laparoscópicas avançadas para o manejo da endometriose e outras neoplasias pélvicas infiltrantes, com foco na preservação de nervos autonômicos e no tratamento do trato urinário e intestinal. Os participantes terão a oportunidade de praticar diferentes abordagens cirúrgicas para a endometriose intestinal, incluindo raspagem, nodulectomia e ressecções segmentares, além de técnicas para cistectomia parcial e reimplante ureteral. Com um formato prático e imersivo, o curso visa capacitar os cirurgiões a lidarem com casos complexos, minimizando complicações e ampliando as possibilidades de tratamento para seus pacientes.

Diretores do curso




O evento tem a direção do Dr. Nucelio Lemos, do Increasing e terá também a participação da Dra. Gabriela Kuster (Ginecologia e Ginecologia Oncológica), do Dr. Carlos Henrique de Barros Moreira Lemos (Algologista) e do Dr. Luiz Henrique S. Rodrigues (Ortopedia e Traumatologia / Cirurgia de Quadril), todos da equipe Increasing.

Mais sobre o curso (edições anteriores):



Para saber mais sobre o Pelvic Anatomy Expo acesse o site www.pelvicanatomyexpo.com e confira detalhes do curso.


Tudo o que você precisa saber sobre dor na bexiga




A dor na região da bexiga pode ser um sintoma de diversas condições médicas que afetam o trato urinário, e impacta significativamente a qualidade de vida do paciente. Essa dor pode estar associada a doenças como infecções urinárias, cistite intersticial, pedras nos rins, endometriose ou até mesmo câncer de bexiga.


Quando se trata de complicações na bexiga, é essencial procurar ajuda de profissionais da saúde capacitados, como urologistas, ginecologistas, nefrologistas ou fisioterapeutas especializados em saúde pélvica. Os sintomas dessas complicações podem incluir dor ao urinar, vontade frequente de urinar, presença de sangue na urina, desconforto pélvico e incontinência urinária.

O diagnóstico das condições relacionadas à dor na bexiga geralmente envolve exames clínicos, análise de histórico médico, exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética, além de exames laboratoriais, como urinálise e urocultura.

Os tratamentos para as complicações na bexiga variam de acordo com a causa subjacente, e podem incluir o uso de medicamentos, terapias comportamentais, fisioterapia, intervenções cirúrgicas ou procedimentos minimamente invasivos. A tecnologia tem desempenhado um papel crucial no tratamento dessas condições, com avanços como a terapia a laser, procedimentos endoscópicos e neuroestimulação para controle da bexiga hiperativa.

Embora algumas complicações possam demandar cuidados contínuos, muitas delas são passíveis de tratamento e controle, proporcionando alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida. Dicas para uma maior qualidade de vida incluem manter uma hidratação adequada, evitar o consumo de irritantes da bexiga, como cafeína e álcool, praticar exercícios que fortaleçam a região pélvica, e buscar orientação médica para um acompanhamento adequado.

O Increasing conta com uma equipe multiprofissional experiente e uma gama completa de tratamentos e tecnologia de ponta, dedicados a melhorar qualidade de vida de seus pacientes. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Endometriose: como lidar com a intimidade na presença da doença


A endometriose pode trazer um impacto negativo na sexualidade das mulheres que sofrem com essa condição, tanto pela dor que pode ocorrer durante ou após as relações sexuais, quanto pela alteração da autoestima. Por ser uma condição ginecológica que afeta o tecido que reveste o útero, chamado de endométrio, a endometriose pode causar além da dor, períodos menstruais intensos, fadiga, infertilidade e outros problemas.


Até a descoberta da endometriose, a condição pode afetar a relação do casal e gerar uma série de desafios quando se trata de intimidade e sexo. A penetração pode ser dolorosa para mulheres com endometriose, devido à inflamação e aderências que ocorrem nos órgãos pélvicos.

A endometriose também pode causar dispareunia, que se refere à dor crônica ou recorrente durante ou após o sexo. Isso pode levar à diminuição do desejo ou evitação do contato íntimo em algumas mulheres.

É importante que as mulheres com endometriose busquem ajuda profissional para tratar os sintomas físicos e psicológicos da doença, bem como para receber orientação sobre como lidar com os desafios que a endometriose impõe à sua sexualidade. Além disso, uma comunicação aberta com seu parceiro sobre suas necessidades, medos e limitações relacionadas à intimidade é importante para construir um ambiente de respeito, amor e apoio.

Para algumas mulheres, o uso de analgésicos ou relaxantes musculares antes do sexo, sob orientação médica, pode ajudar a aliviar a dor associada à endometriose. O uso de um bom lubrificante também pode auxiliar a reduzir o atrito e tornar a relação sexual mais confortável. As mulheres com endometriose podem e devem viver sua sexualidade de forma plena e satisfatória, respeitando seus limites, seus desejos e suas escolhas.

Com a ajuda de um profissional e o autoconhecimento é possível encontrar maneiras de desfrutar da intimidade mesmo na presença da condição. É fundamental buscar aconselhamento médico e ginecológico adequado para receber orientações específicas sobre como lidar com esses desafios individuais. O Increasing conta com ginecologistas e psicólogos na sua equipe multidisciplinar que podem ajudar a recuperar a qualidade de vida. Marque uma consulta e comece sua jornada para o bem-estar hoje mesmo. Agende aqui.


O que é Dispareunia? Conheça as causas, sintomas e tratamentos



A dispareunia é uma condição médica caracterizada pela dor persistente ou recorrente durante ou após a relação sexual. Essa situação afeta tanto homens como mulheres, embora seja mais comum no público feminino. A dispareunia pode ter um impacto significativo na saúde física e emocional, além de prejudicar a qualidade de vida dos indivíduos afetados, pois a dor pode ser localizada na vulva, na vagina, no útero, na bexiga, na uretra ou no reto.

Existe uma série de fatores diferentes que podem causar a dispareunia. Alguns dos fatores mais comuns incluem infecções, como candidíase e vaginose bacteriana, doença inflamatória pélvica; condições dermatológicas, como eczema ou psoríase na área genital, que podem causar desconforto durante a relação sexual; endometriose, miomas uterinos ou cistos ovarianos também podem resultar em dor durante o sexo; cicatrizes pós-cirúrgicas ou trauma físico, como o parto, também podem ser responsáveis pela dispareunia; e condições crônicas como fibromialgia ou síndrome do intestino irritável. Depressão, ansiedade, história de abuso sexual (quando criança, adulto ou ambos) também são fatores de risco importantes.

Os sintomas associados à dispareunia podem variar de leves a intensos. O indivíduo pode sentir dor aguda ou latejante durante a penetração vaginal ou anal, sensação de queimação, coceira ou desconforto na área genital, dor após a relação sexual que pode durar horas ou até dias e dificuldade em iniciar ou manter relações sexuais devido à dor.

O tratamento para a dispareunia vai depender da causa e da intensidade da dor. A fisioterapia pélvica é uma medida de tratamento que ajuda com exercícios específicos para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e reduzir a dor durante o sexo. Se a causa da dispareunia for uma infecção, medicamentos antimicrobianos podem ser prescritos. No caso de problemas hormonais, terapias hormonais podem ser recomendadas. Há casos em que acompanhamento psicológico ou terapia sexual também são recomendados quando o fator emocional contribui para a dispareunia. A mudança no estilo de vida, com alterações alimentares, maior ingestão de água e exercícios físicos também podem ajudar a aliviar os sintomas.

É importante que as pessoas com dispareunia procurem ajuda médica para determinar a causa subjacente e receber o tratamento adequado. Com o diagnóstico e o tratamento correto, a pessoa pode encontrar alívio da dor durante a relação sexual. Cada caso é único e requer uma avaliação individualizada por um profissional de saúde qualificado.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para esclarecer todas as dúvidas sobre dispareunia. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Síndrome Geniturinária da Menopausa: quando o desequilíbrio hormonal afeta muito mais do que a intimidade

 


A Síndrome Geniturinária da Menopausa antes conhecida como atrofia vulvovaginal, é uma condição complexa que causa sintomas genitais, urinários e sexuais e que afeta muitas mulheres durante o climatério (seja ele natural, precoce ou até de causa cirúrgica). Sua ocorrência se dá pela diminuição dos níveis de estrogênio, hormônio responsável pelo desenvolvimento e manutenção dos órgãos reprodutivos femininos, cuja falta pode causar diversas alterações geniturinárias e impactar muito na qualidade de vida. 

Com estas variações hormonais, pode haver mudanças de algumas características vaginais como a diminuição de sua elasticidade e lubrificação, bem como seu afinamento e aumento da sensibilidade local. Alterações que geram sintomas incômodos como secura, coceira, irritação, ardor, dor e até sangramento durante a relação sexual. Associados ou independentes a estas queixas, podem ocorrer, também, o aumento da frequência urinária, urgência miccional, desconforto ao urinar e aumento da susceptibilidade a infecções do trato urinário.

É importante ressaltar que a Síndrome Geniturinária da Menopausa não é apenas uma questão estética ou sexual, mas também pode ter um impacto emocional profundo, levando, inclusive, a prejuízo nos relacionamentos afetivos. 

Existem algumas opções de tratamento disponíveis para aliviar os sintomas da atrofia vaginal, dentre as quais está a terapia de reposição hormonal, caracterizada pela administração de estrogênio na forma de pílulas, adesivos, cremes ou anéis vaginais, com o objetivo de restaurar as condições saudáveis das mucosas vaginais, reduzindo a secura e melhorando a lubrificação. 

Além dessa opção, também existem lubrificantes e hidratantes vaginais disponíveis no mercado. Esses produtos podem ser comprados sem receita médica e são uma opção para aliviar as queixas geniturinárias e aumentar o conforto durante as relações sexuais, mesmo nos casos em que o uso de hormônios está contraindicado. 

Uma outra alternativa para o tratamento são as técnicas com energias como o FRAXX, procedimento médico não cirúrgico e livre de hormônios, que promove estimular a produção de colágeno e elastina.

É fundamental buscar orientação de um médico especialista para avaliar a necessidade e indicação de tratamento para a Síndrome Urogenital da Menopausa, que pode ser controlada, propiciando alívio sintomático e uma vida íntima mais confortável e satisfatória. Cada mulher é única e precisa de um tratamento individualizado, que leve em consideração sua saúde geral, histórico clínico e preferências pessoais. 

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para atender as pacientes que precisam de tratamento em casos de atrofia vaginal e qualquer outra situação relacionada à saúde íntima. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Como saber se tenho dor neuropática?


Na Natureza, a dor é uma sensação de defesa, que indica ao cérebro que algo está danificando o organismo. Em condições normais, a dor se origina de alguma lesão ou inflamação em algum órgão. Quando isso acontece, sensores espalhados nos tecidos estimulam o nervo que conecta este órgão à medula. O sinal sobe do nervo periférico para a medula espinhal e daí para o cérebro, que interpreta a situação e busca uma solução para evitar a continuação do problema. A dor que sentimos é a interpretação que o cérebro cria desse sinal recebido, e serve para nos motivar a reagir de alguma maneira, seja fugindo do agressor, evitando usar um tornozelo torcido ou tirando a mão que está encostada em algo quente, por exemplo.

Dor neuropática é a dor originada de problemas nas vias sensitivas do sistema nervoso (nervos periféricos, medula ou cérebro), que resulta em sinais dolorosos anormais enviados ao cérebro, sem que ocorra uma lesão dos órgãos inervados pela via em questão. Nesta situação, a pessoa sente a dor na região coberta por aquele nervo, sem que nada de anormal esteja acontecendo por lá, como se fosse um alarme disparado por um problema no fio que conecta o sensor.

A dor neuropática se caracteriza por uma sensação de queimação, choque, pontadas, aumento da sensibilidade local, e dor ao estímulo de toque (fenômeno chamado de alodínia), nas regiões afetadas pela via nervosa em questão.

A impressão é de que a dor é sentida na superfície da pele, especificamente na área afetadas pela via nervosa em questão. Por exemplo, a dor do nervo pudendo pode ser sentida como uma queimação na região da pele da vulva/pênis ou períneo.

Existem diversas causas que podem ser responsáveis por estes sintomas. Dentre elas estão doenças infecciosas, provocadas por vírus ou bactérias que podem causar irritação ou degeneração dos nervos, como é o caso de neuralgias por Herpes por exemplo; traumas, acidentes fraturas ou cirurgias que podem lesionar as estruturas nervosas; doenças sistêmicas como diabetes mellitus que pode danificar os nervos quando em fase mais avançada; e até como consequência de deficiências nutricionais e alcoolismo, que podem interferir diretamente na condução do estímulo nervoso, causando dor.

É importante salientar que nem toda dor em queimação, choque ou pontadas é consequência de uma alteração neurológica. O diagnóstico da dor neuropática é muitas vezes desafiador e deve ser feito por um médico experiente durante uma consulta, através de perguntas específicas sobre estas características da dor e de sua história de surgimento, evolução e fatores de melhora e piora. Um exame físico cuidadoso, com testes de sensibilidade das áreas do corpo e de força muscular, auxilia na identificação do problema e do nervo acometido.

O tratamento será voltado para resolver o fator que causa a dor, mas isso nem sempre é possível. Além disso, nervos não se regeneram facilmente e, mesmo retirando-se o fator agressor, o nervo pode continuar funcionando de forma anormal.

Por isso, é muito importante não somente identificar a causa, mas controlar a dor, regulando a atividade da via nervosa afetada. Isso pode ser conseguido com medicações de uso tópico ou oral (como anestésicos locais, anticonvulsivantes, antidepressivos), com bloqueios nervosos e, eventualmente com cirurgias.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para diagnosticar e atender pacientes que precisam de tratamentos ou cirurgias na região pélvica. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.