Estudo publicado na revista Neuromodulation reforça benefícios do procedimento LION associado à fisioterapia cardiorrespiratória



Um novo estudo científico internacional reforça o potencial transformador do procedimento LION (Laparoscopic Implantation of Neuroprosthesis) na reabilitação de pessoas com lesão medular crônica. A pesquisa foi publicada na revista científica Neuromodulation, considerada a mais importante do mundo na área de neuromodulação, e demonstrou que a combinação da eletroestimulação proporcionada pelo protocolo LION com fisioterapia cardiorrespiratória promove ganhos significativos na função respiratória, cardiovascular e neuromuscular dos pacientes.

O estudo acompanhou 37 indivíduos com lesão medular torácica crônica ao longo de 12 meses. Os participantes foram divididos em três grupos: controle, LION isolado e LION associado à fisioterapia cardiorrespiratória. Todos receberam acompanhamento neuromotor padronizado, mas o grupo que realizou a combinação terapêutica apresentou resultados superiores de forma consistente.


Entre os principais avanços observados estão o aumento da capacidade cardiorrespiratória, melhora do VO2máx, fortalecimento da musculatura respiratória, aumento do pico de fluxo expiratório e maior eficiência cardiovascular. Os pesquisadores também identificaram melhor integração entre os sistemas neuromuscular e cardiorrespiratório, indicando um processo de reorganização funcional do organismo.

Os resultados demonstraram ainda redução da frequência cardíaca e do índice de fadiga, fatores diretamente relacionados à qualidade de vida e ao desempenho funcional de pacientes com lesão medular crônica.




Segundo os autores, os benefícios do protocolo LION associado à fisioterapia cardiorrespiratória ocorreram de maneira progressiva e sustentada ao longo do tempo, evidenciando efeitos cumulativos importantes para a reabilitação.

O estudo também destaca a participação de profissionais que integram a equipe Increasing, entre eles Wellington Contiero, Nucelio Lemos e Victor Croos-Bezerra, autores da pesquisa e atuantes no desenvolvimento e aplicação clínica do protocolo LION. A participação direta da equipe Increasing na produção científica reforça o compromisso da clínica com a pesquisa, a inovação e a busca contínua por avanços na neuroreabilitação.

O procedimento LION vem sendo estudado internacionalmente como uma alternativa inovadora para estimular estruturas nervosas preservadas e ampliar o potencial funcional de pessoas com lesão medular. Os novos achados reforçam a importância da abordagem multidisciplinar e personalizada na recuperação desses pacientes.




No Increasing, clínica especializada na realização do procedimento LION, a reabilitação é conduzida de forma integrada, unindo tecnologia, acompanhamento multiprofissional e protocolos individualizados para potencializar resultados e oferecer mais autonomia, funcionalidade e qualidade de vida aos pacientes.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 99533-5765.


Transtorno da Excitação Genital Persistente (PGAD)



O Transtorno da Excitação Genital Persistente - PGAD (do inglês Persistent Genital Arousal Disorder) é uma condição rara e frequentemente debilitante, caracterizada por episódios recorrentes ou contínuos de excitação genital que não estão relacionados ao desejo sexual. Essa excitação pode incluir sensações de congestão pélvica, pulsação, formigamento ou até orgasmos espontâneos, que surgem sem estímulo erótico e sem controle voluntário.

Apesar de pouco discutido, o PGAD exerce profundo impacto na qualidade de vida, comprometendo relações íntimas, equilíbrio emocional, sono, trabalho e vida social. Muitas pessoas com o transtorno relatam sentimentos de angústia, vergonha e isolamento, sobretudo devido ao estigma em torno de sintomas associados à sexualidade.

Causas e fatores associados

As causas ainda não são totalmente compreendidas. Pesquisas sugerem que podem estar relacionadas a:
  • Alterações em nervos pélvicos (como compressões ou irritações do nervo pudendo ou de outras raízes nervosas).
  • Condições vasculares ou alterações da sensibilidade genital.
  • Uso ou suspensão de determinados medicamentos.
  • Fatores psicológicos, que podem intensificar a percepção dos sintomas.

É importante destacar que o PGAD não corresponde a um desejo sexual excessivo, mas sim a um estado de hiperatividade do sistema nervoso que regula a região genital.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico requer avaliação cuidadosa, incluindo história clínica detalhada, exames de imagem quando indicados e, em muitos casos, atuação conjunta de diferentes especialidades médicas.

O tratamento deve ser individualizado e pode envolver:
  • Abordagens neurológicas e neuropelveológicas, para investigar e tratar possíveis compressões nervosas.
  • Fisioterapia pélvica especializada, voltada para o alívio de tensões musculares que contribuem para os sintomas.
  • Apoio psicológico ou psiquiátrico, no manejo da ansiedade, depressão ou estresse associados.
  • Estratégias farmacológicas ou intervencionistas, em casos selecionados.


Sacral Tarlov cysts and spontaneous persistent genital arousal: 2 unrecognized and underappreciated health conditions with an uncertain relationship

ACESSE AQUI O ARTIGO COMPLETO, EM INGLÊS


Nossa abordagem

Na Clínica Increasing, adotamos uma visão integrada, que reúne expertise em neuropelveologia, ginecologia, fisioterapia pélvica e saúde mental. Nosso objetivo é oferecer um cuidado especializado, humano e livre de estigmas, buscando devolver qualidade de vida e bem-estar às pessoas que convivem com esse transtorno.

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Tipos de Alterações Evacuatórias Relacionadas à Compressão Nervosa



A compressão nervosa ocorre quando um nervo é pressionado por estruturas próximas, como músculos, ossos ou ligamentos. Esse fenômeno pode desencadear sintomas variados, incluindo alterações evacuatórias, que envolvem mudanças na frequência, consistência ou no controle dos movimentos intestinais.

Constipação e compressão nervosa


A constipação é uma das principais alterações evacuatórias ligadas à compressão nervosa. Ela se manifesta pela dificuldade ou esforço excessivo para evacuar. Quando o nervo responsável pelo funcionamento intestinal sofre compressão, o trânsito pode se tornar mais lento, causando dor, desconforto e distensão abdominal. Esse comprometimento prejudica o movimento adequado dos alimentos digeridos, levando a evacuações irregulares ou difíceis.

Incontinência fecal


A incontinência fecal corresponde à perda involuntária do controle sobre os movimentos intestinais, resultando em escapes de fezes. A compressão nervosa pode atingir nervos e músculos envolvidos no controle da defecação, comprometendo a sensibilidade ou a capacidade de segurar o conteúdo intestinal. Isso pode gerar episódios em que a pessoa não consegue controlar a evacuação.

Diarreia e compressão nervosa


Embora menos frequente, a compressão nervosa também pode provocar diarreia, que pode levar à desidratação, perda de eletrólitos e desequilíbrio da flora intestinal. Esse quadro ocorre quando a compressão interfere nos nervos que controlam a absorção de água e nutrientes ou que estimulam a secreção de substâncias que aceleram a motilidade intestinal.

Causas das alterações evacuatórias


Essas alterações podem estar associadas a diferentes condições, entre elas:
  • Hérnia de disco
  • Estenose espinhal
  • Tumores
  • Lesões traumáticas
  • Processos inflamatórios 

Essas condições podem afetar a comunicação entre o sistema nervoso e o intestino, resultando em disfunções que impactam diretamente o processo de evacuação.

Diagnóstico e tratamento


Se você apresenta alterações evacuatórias ou outros sintomas ligados à compressão nervosa, é fundamental procurar um especialista. O diagnóstico começa com avaliação clínica detalhada, podendo incluir exames como ressonância magnética ou eletroneuromiografia para identificar a causa exata.

O tratamento pode envolver uma combinação de abordagens, como:

  • Medicamentos: para dor e controle da constipação ou diarreia.
  • Fisioterapia: para fortalecimento dos músculos envolvidos na evacuação. 
  • Procedimentos minimamente invasivos: como bloqueios nervosos ou infiltrações.
  • Cirurgia: indicada em casos graves, para aliviar a compressão. 


Qualidade de vida e tratamento eficaz

As alterações evacuatórias decorrentes da compressão nervosa podem impactar fortemente a qualidade de vida, tanto física quanto emocional. Por isso, buscar ajuda médica precoce é essencial para alcançar um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.

O Increasing oferece acompanhamento multidisciplinar, com especialistas prontos para atuar em todas as etapas do diagnóstico e tratamento, sempre com foco na recuperação da qualidade de vida.

Entre em contato para mais informações e para agendar uma consulta especializada. Estamos aqui para cuidar de você e ajudá-la a viver sem dor.

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Nervo ciático: pode ser a causa da sua dor nas pernas



Tudo o que você precisa saber sobre o nervo ciático


O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano e desempenha um papel fundamental na transmissão de sinais sensoriais e motores entre o cérebro e a parte inferior do corpo. Ele se estende desde a região lombar, passa pela região glútea e posterior da coxa, até alcançar os pés.

O nervo ciático é formado por várias raízes nervosas que saem da porção inferior da coluna vertebral, conhecida como região lombar e sacral. Essas raízes se unem e formam o nervo ciático, responsável por suprir os nervos da maioria dos músculos da perna, assim como da pele da região. Quando essas raízes são comprimidas ou inflamadas, causam dores e desconfortos significativos, que podem reduzir e até limitar as atividades da vida diária.

Causas de dores e sintomas

A dor no nervo ciático é uma condição que afeta muitas pessoas e pode ser provocada por diversas causas, como hérnias de disco, síndrome do piriforme, compressão do nervo devido a lesões ou inflamações, sobrecarga na coluna lombar, entre outros problemas. Fatores de risco como obesidade, falta de atividade física e posturas inadequadas ao sentar contribuem para o surgimento dessas complicações.

Os sintomas mais comuns incluem dor intensa irradiada da região lombar para a perna, formigamento ou sensação de queimação, dormência, fraqueza muscular e dificuldade para se movimentar. Esses sinais podem se intensificar ao sentar-se ou durante certos movimentos.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico das dores no nervo ciático é realizado por um profissional de saúde após avaliação clínica. Em alguns casos, exames de imagem como raio-x, ressonância magnética ou eletroneuromiografia são necessários. O tratamento varia conforme a gravidade e a causa da dor, podendo incluir fisioterapia, medicamentos anti-inflamatórios, repouso, alongamentos e exercícios para fortalecimento da musculatura lombar e das pernas.

Nos casos mais graves, pode ser necessária a cirurgia para aliviar a compressão do nervo. No entanto, a maioria dos casos de ciatalgia responde bem ao tratamento conservador e à reabilitação. É fundamental que o paciente procure orientação profissional para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento eficaz.

Prevenção

Para prevenir problemas relacionados ao nervo ciático, é importante manter uma boa postura, praticar atividades físicas regulares para fortalecer a musculatura da região lombar e das pernas, evitar o sedentarismo, manter o peso corporal adequado e adotar medidas ergonômicas no ambiente de trabalho e em casa.

O nervo ciático tem papel essencial na função do corpo humano. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível aliviar os sintomas e recuperar a qualidade de vida. O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) oferece cuidados multidisciplinares e multiprofissionais integrados. Com abordagem cuidadosa e humanizada, o instituto conta com uma equipe altamente qualificada, dedicada à saúde dos pacientes e à restauração da qualidade de vida por meio de tratamentos personalizados e eficazes. 

Conte com o Increasing para o seu bem-estar.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.



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Quais os benefícios de utilizar neuromoduladores na região pélvica?


A neuromodulação é uma técnica que auxilia na alteração reversível da atividade do sistema nervoso e alivia diversos tipos de sintomas. Na região pélvica é uma grande aliada na retomada das funções perdidas, pois consegue trazer de volta o estímulo nervoso à uretra e ao ânus que diminui o risco de incontinência urinária e fecal.

A dor pélvica crônica é uma condição que pode se manifestar por causas desconhecidas ou mesmo como sintoma de alguma doença, por exemplo: lesão na região, fibromialgia, síndrome do intestino irritável, endometriose, mioma uterino, doenças do ovário, entre outros.

A neuromodulação para o tratamento da dor pélvica crônica se mostrou útil devido a sua técnica minimamente invasiva e por interromper a dor ao nível do cérebro, da medula espinhal e dos nervos periféricos. A indicação do neuroestimulador se dá somente para os casos de pacientes com dores neuropáticas que não obtiveram melhora com nenhuma das demais possibilidades de tratamentos multidisciplinares e clínicos.

Além desta utilização, os neuromoduladores podem ser a chave para diversos outros problemas, devido a melhora substancial na qualidade de vida, maior independência e até mesmo a retomada de certos movimentos perdidos.

Estes implantes começaram a trazer esperança para diversos pacientes que, muitas vezes, já estavam conformados com as dores crônicas que sentiam nas pernas e na região glútea. Também está sendo utilizado em paraplégicos, tetraplégicos, amputados com dores em membros fantasma e alguns casos de endometriose.

Em comum, estes pacientes têm alterações funcionais dos nervos lombares e sacrais que controlam as pernas, a bexiga, o reto, os órgãos genitais, a porção final do intestino, a uretra e o ânus. Hoje, uma nova técnica permite alcançar estas regiões muito mais facilmente, por meio de videolaparoscopia, combinando tecnologias já disponíveis na ginecologia e na neurocirurgia.

“Os nervos e as técnicas já são conhecidos, mas a novidade está na união delas. Agora há novos meios de acessá-los e inúmeras possibilidades podem beneficiar milhares de pacientes no mundo inteiro”, afirma o Prof. Dr. Nucelio Lemos, especialista em Neuropelveologia, ginecologia e uroginecologia, que integra a equipe do Increasing.

Ao lado do Prof. Marc Possover - conhecido por suas pesquisas nas áreas de oncologia ginecológica, tratamento cirúrgico da endometriose e Neuropelveologia - o Prof. Dr. Nucelio Lemos é o representante brasileiro nestes estudos e também no tratamento e acompanhamento de pacientes participantes na Suíça e no Brasil.

"Diversas cirurgias já foram realizadas em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil, e a maioria bem sucedida. Entre os casos já publicados, há pacientes que voltaram a ter controle urinário e relatos de melhora na qualidade da ereção e da vida sexual", esclarece o Dr. Nucelio.

Além dos tratamentos, os diagnósticos, até então pouco conhecidos, também já são possíveis com esta nova abordagem dos nervos da região pélvica. Algumas formas de endometriose, por exemplo, antes difíceis de identificar por conta da localização, assim como a compressão nervosa por fibrose, decorrentes de procedimentos cirúrgicos ou, ainda, a compressão de nervos por varizes intra-abdominais são alguns exemplos.

A equipe multidisciplinar do Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) conta com profissionais capacitados para o tratamento da Dor Pélvica Crônica. Em caso de dores na região da pelve, procure um médico ginecologista, e se for homem busque por um urologista.

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Dor na Pelve? Isso também é coisa de homem!



De que forma a Dor Pélvica Crônica afeta a vida dos homens?

Ao ouvir o termo "dor pélvica crônica", muita gente pensa imediatamente em mulheres, uma vez que essa condição é frequentemente associada a problemas femininos. No entanto, homens também podem sofrer desse incômodo, e é importante entender as causas, os sintomas e como tratar essa condição para garantir uma qualidade de vida melhor.

O que é Dor Pélvica Crônica?

A dor pélvica é aquela que ocorre na parte mais baixa do abdome e na região da pelve. Quando essa dor persiste por seis meses ou mais, ela é classificada como crônica. Em homens, a dor pélvica crônica pode ter diversas origens, desde inflamações em órgãos do sistema reprodutivo até problemas musculares.

Causas da Dor Pélvica Crônica em Homens

Algumas causas comuns da dor pélvica crônica em homens incluem:
  • Problemas da Próstata: Inflamações, tumores, infecções ou o crescimento exagerado da próstata podem causar dor crônica e são muitas vezes difíceis de diagnosticar.
  • Tensão muscular: Assim como é possível tensionar os músculos das costas ou pescoço, os músculos na região pélvica também podem ficar tensionados e causar dores.
  • Problemas ortopédicos: problemas na coluna, bacia ou quadris podem levar à sobrecarga das articulações da pélvica, e consequentemente, gerar dor crônica.
  • Cistite intersticial: Condição onde a parede da bexiga se inflama e causa dor e frequência urinária.
  • Hérnias: Uma hérnia ocorre quando uma parte do intestino empurra através de um ponto fraco nos músculos abdominais.
Estas são apenas algumas das causas; outros problemas médicos ou até mesmo estresse podem desencadear sintomas similares.

Sintomas a Observar

  • Além da dor na região pélvica, que pode variar de leve a intensa, muitos homens experimentam outros sintomas, tais como:
  • Urgência para urinar
  • Dor ou desconforto ao urinar
  • Dor nas costas
  • Dor durante a ejaculação
  • Pressão ou desconforto no reto

Como Diagnosticar

Se o homem sentir dor na região pélvica, é fundamental consultar um médico para obter um diagnóstico preciso. O profissional perguntará sobre seus sintomas e poderá solicitar exames, como ultrassom ou exames de urina, para determinar a causa da dor.

Tratamento da Dor Pélvica Crônica

Dependendo da causa, o tratamento para dor pélvica crônica pode variar:
  • Medicamentos: Analgésicos, relaxantes musculares ou antibióticos podem ser prescritos, a depender da causa da dor.
  • Fisioterapia: Para dores relacionadas à tensão muscular, a fisioterapia pode ser extremamente benéfica. Exercícios específicos podem ajudar a fortalecer e relaxar os músculos pélvicos.
  • Mudanças no estilo de vida: Às vezes, mudanças simples, como reduzir o consumo de cafeína ou aprender técnicas de relaxamento, podem fazer uma grande diferença.
  • Procedimentos médicos: Em casos mais graves, procedimentos específicos ou cirurgias podem ser necessários.

A dor pélvica crônica em homens é uma condição que não deve ser ignorada. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando esse tipo de desconforto, é essencial buscar ajuda médica. Com o diagnóstico e tratamento adequados, é possível retomar uma vida confortável e sem dores.

É importante uma equipe interdisciplinar, além de uma abordagem biopsicossocial e um modelo de escolha compartilhada com os pacientes ativamente envolvidos em suas decisões de saúde, pois o objetivo do tratamento é maximizar a qualidade de vida com ênfase em envolver o indivíduo no autogerenciamento.

A equipe multidisciplinar do Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) conta com profissionais capacitados para o tratamento da Dor Pélvica Crônica. Em caso de dores na região da pelve, procure um médico ginecologista, e se for homem busque por um urologista.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir envie uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.


Neuroestimulação Sacral na Incontinência Urinária: Uma Abordagem Terapêutica Eficaz



A incontinência urinária é uma condição crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, impactando negativamente a qualidade de vida e o bem-estar dos indivíduos. Felizmente, com os avanços nos tratamentos, surgiram opções eficazes para gerenciar essa perda involuntária de urina. Uma dessas abordagens inovadoras é a neuroestimulação sacral, que tem se mostrado promissora no combate à incontinência urinária.

A neuroestimulação sacral envolve o implante de um dispositivo médico, chamado neuromodulador sacral, projetado para fornecer estímulos elétricos suaves aos nervos sacrais, que são responsáveis pelo controle da bexiga e da função urinária.

O tratamento ocorre em duas etapas principais: a fase de teste temporário e o implante definitivo. Durante o teste, um pequeno dispositivo elétrico é colocado sob a pele, perto dos nervos sacrais. Esse sistema temporário é utilizado por um período de uma a duas semanas, permitindo avaliar a eficácia do tratamento para cada paciente individualmente.

Se os resultados forem positivos, o paciente pode prosseguir com o implante definitivo, que envolve uma cirurgia segura e minimamente invasiva para inserir o neuromodulador sacral, que será conectado aos nervos sacrais. O dispositivo envia sinais elétricos precisos para estimular os nervos e corrigir a disfunção da bexiga, responsável pela incontinência urinária.

Esse método terapêutico proporciona melhorias significativas na qualidade de vida dos pacientes, permitindo a retomada de atividades sociais e físicas sem constrangimentos. Além disso, é uma opção reversível, o que significa que o dispositivo pode ser desligado ou removido, se necessário, sem causar danos permanentes ao sistema neurológico.

A neuroestimulação sacral representa um avanço importante no tratamento da incontinência urinária, oferecendo uma solução terapêutica eficaz, segura e reversível para aqueles que sofrem dessa condição crônica. É fundamental, no entanto, que um profissional de saúde qualificado avalie cada caso individualmente, a fim de determinar a abordagem terapêutica mais adequada.

O **Increasing** (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) conta com profissionais altamente capacitados para atender pacientes com incontinência urinária. Além disso, oferece uma ampla gama de tratamentos e terapias para quem busca restabelecer a qualidade de vida.

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Tudo o que você precisa saber sobre neuromodulação na lesão medular



A neuromodulação é uma abordagem inovadora e promissora para o tratamento de lesões medulares, trazendo novas esperanças para aqueles que enfrentam limitações significativas devido a essas complicações. Por meio da estimulação elétrica de nervos específicos, essa técnica pode restaurar funções perdidas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O que é neuromodulação na lesão medular?

A neuromodulação é realizada por meio de um procedimento cirúrgico, geralmente via videolaparoscopia, no qual dispositivos eletrônicos são implantados para modular a atividade de nervos afetados pela lesão medular. Esses dispositivos emitem estímulos elétricos controlados, ajudando a restabelecer ou melhorar a comunicação entre o cérebro e o corpo, o que pode reduzir significativamente os sintomas neurológicos.

Quais são os benefícios da neuromodulação?

A neuromodulação pode trazer uma série de benefícios, especialmente para o controle de funções afetadas pela lesão medular:

No nervo pudendo: a neuromodulação ajuda a relaxar a bexiga e a contrair os esfíncteres, reduzindo o risco de incontinência urinária e aumentando a complacência vesical.

Nos nervos femorais e ciáticos: estímulos de baixa frequência podem diminuir a espasticidade muscular e melhorar a atrofia muscular.

Nos quadris e pés: estímulos de alta frequência podem contribuir para a estabilização dessas áreas, permitindo que o paciente, com o suporte de fisioterapia e treino, fique de pé e caminhe com o auxílio de um andador.

Além disso, a neuromodulação tem demonstrado uma redução significativa na dor e contribui para a melhoria da capacidade do paciente de realizar atividades diárias, proporcionando mais independência.

A técnica também pode ser eficaz no tratamento de várias condições neurológicas associadas à lesão medular, como:
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • Distúrbios do movimento (como Parkinson, tremor e distonia)
  • Dores crônicas

Neuromodulação: um avanço na medicina de reabilitação

Embora a neuromodulação não seja uma cura para a lesão medular, ela representa um grande avanço na medicina de reabilitação, proporcionando melhorias significativas no controle da dor e na execução de atividades cotidianas. Vale destacar que cada caso é único, e o sucesso do procedimento pode variar dependendo de fatores como a localização e a gravidade da lesão, além da resposta individual do paciente ao tratamento.

A neuromodulação é um exemplo notável de como a tecnologia pode transformar a medicina e melhorar a vida das pessoas. Com os avanços contínuos na pesquisa e no desenvolvimento de novas técnicas, espera-se que os benefícios desse procedimento se ampliem ainda mais no futuro, oferecendo cada vez mais opções de tratamento e qualidade de vida para os pacientes.

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A endometriose pode alterar o funcionamento do sistema nervoso?



Embora a endometriose e a neurodisfunção sejam condições distintas, elas podem estar relacionadas de maneiras complexas. Ambas são doenças que exigem uma abordagem multidisciplinar e personalizada, especialmente porque suas interações podem impactar diretamente a saúde e o bem-estar das mulheres. Para aquelas que lidam com essas condições, é fundamental buscar ajuda médica especializada e explorar as opções de tratamento disponíveis.


O que é a endometriose?
A endometriose é uma condição crônica em que um tecido semelhante ao revestimento do útero (endométrio) cresce fora dele, afetando órgãos reprodutivos, como ovários, trompas de falópio e ligamentos uterinos, além de outras regiões do corpo, como o intestino, a bexiga e até o peritônio (revestimento da cavidade abdominal).


Entre os principais sintomas da endometriose estão:
  • Dor pélvica intensa durante o período menstrual.
  • Dor durante a relação sexual.
  • Sangramento menstrual irregular.
  • Cólicas fortes.
  • Infertilidade.

Além disso, muitas mulheres com endometriose podem desenvolver sintomas gastrointestinais, como dor durante a evacuação, inchaço abdominal e mudanças nos hábitos intestinais.


O que é a neurodisfunção?

A neurodisfunção refere-se a um mau funcionamento do sistema nervoso, que pode afetar sua capacidade de enviar e receber sinais corretamente. Isso pode resultar em uma variedade de sintomas neurológicos, incluindo:
  • Dor crônica.
  • Dificuldades cognitivas, como perda de memória e dificuldade de concentração.
  • Fadiga excessiva.
  • Alterações sensoriais.
  • Distúrbios do sono.

A conexão entre endometriose e neurodisfunção

Estudos recentes sugerem uma possível relação entre endometriose e neurodisfunção, com alguns mecanismos propostos que explicam essa ligação. A inflamação crônica causada pela presença de tecido endometrial fora do útero pode alterar o funcionamento do sistema nervoso, resultando em sintomas neurológicos. Além disso, a endometriose pode afetar estruturas nervosas próximas, como o plexo sacral, o que pode gerar dor pélvica crônica e outros sintomas neurológicos.


Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico de neurodisfunção em mulheres com endometriose pode ser desafiador, já que os sintomas são amplos e podem ser atribuídos a várias causas. Portanto, é crucial que mulheres que convivem com endometriose e apresentam sintomas neurológicos busquem avaliação médica especializada. Profissionais como ginecologistas, neurologistas ou especialistas em dor podem oferecer uma investigação detalhada e personalizada.


O tratamento dessas condições pode envolver uma abordagem multidisciplinar, que inclui:

  • Medicamentos para alívio da dor: para controlar os sintomas da endometriose e da neurodisfunção.
  • Terapia hormonal: para tratar a endometriose.
  • Cirurgia: para a remoção de lesões de endometriose, quando necessário.
  • Técnicas de controle e reabilitação: para tratar e gerenciar a neurodisfunção.

É fundamental realizar uma avaliação médica adequada para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento direcionado às necessidades de cada paciente.

O papel do Increasing no tratamento da endometriose e neurodisfunção

O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) oferece um cuidado integrado e multidisciplinar, contando com uma equipe de profissionais altamente qualificados que tratam a endometriose e seus efeitos no sistema nervoso de forma individualizada. Com tratamentos eficazes e personalizados, o instituto visa restaurar a qualidade de vida das pacientes e promover seu bem-estar.

Se você sofre de endometriose ou neurodisfunção, conte com o Increasing para receber o apoio especializado e a atenção que você merece, ajudando a recuperar sua saúde e qualidade de vida.

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Tudo o que você precisa saber sobre o nervo ciático


O nervo ciático é o maior e mais longo nervo do corpo humano, desempenhando um papel crucial na transmissão de sinais sensoriais e motores entre o cérebro e a parte inferior do corpo. Ele se estende da região lombar, passa pela região glútea e pela parte posterior da coxa, até alcançar os pés.


Como o nervo ciático funciona?

Formado por várias raízes nervosas que emergem da porção inferior da coluna vertebral (região lombar e sacral), o nervo ciático é responsável por fornecer os nervos para a maioria dos músculos das pernas, além de sensações na pele da região. Quando essas raízes nervosas são comprimidas ou inflamadas, pode ocorrer dor intensa e desconforto, impactando significativamente a capacidade de realizar atividades diárias.

Causas da dor ciática e seus sintomas

A dor ciática é uma condição comum que pode ser causada por diversas razões, como hérnias de disco, síndrome do piriforme, lesões ou inflamações que comprimem o nervo ciático, além de sobrecarga na coluna lombar. Fatores como obesidade, sedentarismo e posturas inadequadas ao sentar ou levantar podem aumentar o risco de complicações.


Os sintomas típicos incluem:
  • Dor intensa na região lombar que irradia para as pernas.
  • Sensações de formigamento, queimação ou dormência.
  • Fraqueza muscular e dificuldade de movimento.
  • Esses sintomas geralmente pioram ao sentar-se ou ao realizar certos movimentos.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico da dor ciática é feito por um profissional de saúde, com base em uma avaliação clínica detalhada e, quando necessário, exames de imagem, como raio-x, ressonância magnética ou eletroneuromiografia. O tratamento varia conforme a gravidade e a causa da dor e pode incluir:

  • Fisioterapia: para fortalecer os músculos da região lombar e das pernas.
  • Medicamentos: para alívio da dor e da inflamação.
  • Repouso: para evitar agravamento da dor.
  • Exercícios e alongamentos: para melhorar a flexibilidade e prevenir futuras lesões.
Em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária para aliviar a compressão do nervo ciático, mas a maioria dos casos pode ser tratada com métodos conservadores e reabilitação.

Prevenção

A prevenção é fundamental para evitar problemas relacionados ao nervo ciático. Algumas práticas podem reduzir significativamente o risco de dor ciática:
  • Manter uma boa postura: ao sentar, levantar e caminhar.
  • Praticar atividades físicas regularmente: fortalecer a musculatura lombar e das pernas.
  • Evitar o sedentarismo: e adotar um estilo de vida ativo.
  • Manter um peso saudável: para reduzir a sobrecarga na coluna vertebral.
  • Adotar medidas ergonômicas: no trabalho e nas atividades diárias.

Qualidade de vida com tratamento adequado

O nervo ciático é essencial para o funcionamento do corpo, e entender suas funções e como prevenir ou tratar suas complicações pode melhorar significativamente a qualidade de vida. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível aliviar os sintomas e evitar a progressão da dor ciática.

O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) é um centro pioneiro no cuidado multidisciplinar e integrado, oferecendo tratamentos personalizados e eficazes. Nossa equipe altamente qualificada cuida da saúde de cada paciente de forma humanizada e especializada. Confie no Increasing para melhorar o seu bem-estar e qualidade de vida.

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Nervos da pelve: o que está por trás de suas funções vitais e como eles impactam seu dia a dia


A pelve é a região inferior do abdome, localizada entre o umbigo e a raiz das coxas, que contém diversas estruturas como ossos, músculos e órgãos dos sistemas reprodutor, urinário e gastrointestinal, além dos nervos que controlam os órgãos dessa região, as pernas e os pés.


Os nervos que cruzam a pelve se originam da medula lombossacra, na parte inferior da coluna, e levam os sinais dos órgãos da pelve e das pernas para o cérebro, bem como os comandos do cérebro para essas regiões.


Os principais nervos da pelve são: o nervo ciático, grande nervo motor e sensitivo dos membros inferiores, que controla o movimento dos músculos posteriores da coxa e todos os músculos da perna (canela e panturrilha) e dos pé, além de ser responsável pela sensibilidade da pele destas regiões; o Nervo Femoral, que controla o músculo quadríceps femoral, que faz a extensão do joelho; e o Nervo Pudendo, cuja função é proporcionar a sensibilidade da região genital (pênis/vulva e vagina), perineal e perianal e controlar a musculatura do assoalho pélvico, incluindo os esfíncteres externos no ânus e uretra.



Há outros nervos, como o ílio-hipogástrico, ílio-inguinal e genitofemoral, cuja função principal é sensitiva, ou seja, permitem a percepção de tato, dor e temperatura da pele do baixo ventre até o as coxas.



Existem, ainda, os chamados nervos autonômicos da pelve, que controlam as funções viscerais involuntárias, como enchimento e esvaziamento de bexiga e intestinos e funções sexuais como respostas a excitação, orgasmo, ereção e ejaculação.



O funcionamento normal de todos os órgãos citados acima depende da integridade dos nervos da pelve. Qualquer sinal de compressão, lesão ou interrupção destes nervos pode problemas para caminhar, disfunções urinárias, evacuatórias e sexuais, e, muito comumente, quadros de dor importante no períneo, nas pelves e nas pernas.


Espasticidade e dor neuropática após lesão medular: Como a fisioterapia pode transformar vidas


Quando falamos sobre lesão medular estamos nos referindo a pessoas que sofreram algum tipo de trauma na medula espinhal seja por acidentes, cirurgias, tumores ou doenças inflamatórias e isquêmicas afetando este órgão.


Nesta situação, ocorre uma perda da comunicação entre o cérebro, a medula e os nervos periféricos. Essa perda na comunicação pode levar a problemas de dor neuropática e espasticidade.

A espasticidade é uma condição comum em pacientes com lesão medular que se caracteriza por um aumento anormal do tônus muscular. Isso significa que os músculos ficam excessivamente contraídos ou rígidos, dificultando o movimento voluntário e podendo causar desconforto ou dor.

Como a Espasticidade Ocorre


Após uma lesão medular, a comunicação entre o cérebro e os nervos da medula espinhal é interrompida. O cérebro normalmente regula e modera os sinais que controlam a tensão dos músculos. Quando essa regulação é perdida devido à lesão, os músculos recebem sinais excessivos de contração, levando à espasticidade.


Sintomas da Espasticidade

  • Rigidez Muscular: Os músculos podem se manter em um estado de contração constante.
  • Espasmos: Contrações involuntárias dos músculos que podem ser dolorosas
  • Dificuldade de Movimento: Movimentos voluntários, como andar ou pegar objetos, podem se tornar difíceis ou impossíveis.

Impacto na Vida Diária


A espasticidade pode afetar a mobilidade, a higiene pessoal e a capacidade de realizar atividades diárias. Em alguns casos, a rigidez muscular pode até causar deformidades nas articulações ao longo do tempo.

Em resumo, a espasticidade é um aumento involuntário e excessivo do tônus muscular após uma lesão medular, resultando em músculos rígidos e dificuldades de movimento.


Essa condição de hiperexcitabilidade do reflexo de estiramento que traz como consequência a diminuição da amplitude de movimento que, por sua vez, leva a contratura muscular e/ou articular, podendo elevar para um quadro de dor crônica”, explica o Dr. Victor Croos Bezerra, fisioterapeuta pelo Increasing.

Devido ao trauma gerado nos nervos sensitivos do sistema nervoso central, o paciente que sofreu a lesão medular também pode apresentar dor neuropática - dor crônica gerada pelos problemas no funcionamento dos nervos. Juntamente com a dor também são comuns outros sintomas como sensação de queimação, choques ou agulhadas nas partes do corpo afetadas.

O manuseio da dor neuropática e da espasticidade, desde a avaliação até a intervenção, precisa de um trabalho conjunto e interdisciplinar a fim de buscar entender as suas relações e como a aplicação de práticas terapêuticas podem melhorar o quadro clínico através do uso ou não de fármacos.

As medidas não farmacológicas incluem uma equipe multiprofissional com a presença, por exemplo, de fisioterapia, psicoterapia, termoterapia ou acupuntura como cuidado especializado, multiprofissional e interdisciplinar.

O tratamento fisioterapêutico é um dos principais meios para controlar a espasticidade e diminuir os quadros de dores em pacientes com lesão medular, pois proporciona condições que auxiliam no controle do tônus, dos movimentos e a aquisição de posturas, o que inibe a atividade reflexa patológica e facilita o movimento normal”, argumenta Dr. Victor Croos.

Entre os diversos recursos fisioterapêuticos existentes, os mais utilizados para diminuir a espasticidades e a dor são: cinesioterapia, eletro/termo e fototerapia, crioterapia, estimulação elétrica (FES); hidroterapia (Watsu), conceito Bobath e terapia vibratória.

O fisioterapeuta é o profissional capacitado para avaliar e prescrever o recurso que será aplicado para cada indivíduo dependendo do nível da lesão, que varia de acordo com o tipo e o local. É também necessário que a reabilitação se inicie o mais precocemente possível para evitar que outros problemas apareçam. 

O Increasing conta com uma equipe multiprofissional capacitada e garante um tratamento interdisciplinar a fim de devolver a esperança e a qualidade de vida aos pacientes.

Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

Cirurgias pélvicas: é possível evitar ou minimizar danos aos nervos da pelve?


As cirurgias realizadas na região da pelve visam corrigir problemas nos órgãos ou estruturas que compõem essa parte do corpo. No entanto, podem haver riscos aos nervos da região que, consequentemente, geram complicações na função sexual, na continência urinária e na função intestinal. Com base nessas possíveis situações, surge a neuropreservação, ou preservação nervosa, que busca minimizar ou evitar os danos aos nervos da pelve durante os procedimentos cirúrgicos e, assim, melhorar a qualidade de vida do paciente após o procedimento.


A bexiga, o útero, os ovários, a próstata, o intestino e o reto são órgãos que compõem a região pélvica. Algumas cirurgias são necessárias para tratar doenças graves, como câncer, endometriose ou fraturas pélvicas. Outras cirurgias são feitas para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, como as que tratam a incontinência urinária ou o prolapso de órgão pélvico.

A prostatectomia radical (remoção total da próstata) e a histerectomia (remoção do útero) são exemplos de cirurgias na região pélvica que podem ser necessárias em casos de tumores malignos ou outras condições médicas.

A neuropreservação reside no fato de que a função dos nervos da pelve está intimamente ligada às atividades sexuais, ao controle da bexiga e ao funcionamento normal dos intestinos. Quando ocorre dano a esses nervos, pode haver comprometimento dessas funções, o que afeta significativamente a qualidade de vida do paciente.

Durante as cirurgias, podem ser utilizadas técnicas específicas para minimizar os riscos de danos aos nervos da pelve. Essas técnicas incluem identificação cuidadosa dos nervos, dissecção precisa dos tecidos, preservação de vasos sanguíneos que suprem os nervos e manuseio delicado dos tecidos ao redor dos nervos.

Além disso, é importante ressaltar que existem opções terapêuticas adicionais para ajudar a preservar a função nervosa após a cirurgia. A terapia com medicamentos ou a fisioterapia pode ser recomendada a fim de melhorar a recuperação dos nervos danificados e aumentar as chances de recuperação da função sexual e da continência urinária.

Essa estratégia cirúrgica, aliada a terapias complementares, tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes após os procedimentos. É importante discutir com o médico todas as opções disponíveis e as expectativas em relação à neuro preservação antes de se submeter a uma cirurgia na pelve.

O Increasing possui profissionais altamente capacitados para diagnosticar e atender pacientes que precisam de tratamentos ou cirurgias na região pélvica. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.


Gameterapia: Benefícios do videogame na reabilitação


Você sabia que atualmente é possível utilizar videogames como ferramenta de trabalho na fisioterapia? Estamos falando da Gameterapia, técnica que utiliza da realidade virtual de duas ou três dimensões (2D ou 3D), que possuem sensores de movimento, como forma de tratamento ao paciente.

A integração do videogame com a reabilitação teve início em 2006, no Canadá. Desde então há vários estudos acerca do seu uso em diferentes populações e tratamentos. No Brasil, o método foi reconhecido pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) no ano de 2015.

De acordo com a fisioterapeuta Simone Yoneyama, que integra a equipe de profissionais do Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia), a Gameterapia é indicada para pacientes com doenças ortopédicas, auxiliando no tratamento e recuperação de lesões, reabilitação motora, condicionamento físico, além de fortalecimento muscular e reestruturação postural. Também é recomendada para pacientes com doenças neurológicas como lesão medular, acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, síndrome de Down e doença de Parkinson.

Dentro dos benefícios da prática está a estimulação do cérebro. A motivação criada pelo jogo acelera o progresso e melhora a função dos membros superiores, inferiores e tronco, podendo também melhorar a capacidade e o desempenho funcional do paciente. Os jogos são utilizados como instrumento motivador e lúdico que incentivam a realização de movimentos corporais e trabalham diversos parâmetros como, por exemplo, coordenação motora, atenção e equilíbrio. Muitas vezes ocorre a dupla tarefa, ou seja, realizar duas atividades ao mesmo tempo, podendo ser uma motora e a outra cognitiva”, explica a fisioterapeuta.

O plano terapêutico deve ser organizado de modo que o jogo escolhido seja fácil o suficiente para que o indivíduo consiga progredir, mas que concomitantemente seja desafiador para incentivar a superação dos desafios.

Vale destacar que o processo da Gameterapia torna o tratamento mais divertido e estimula o paciente. Os benefícios não se aplicam apenas a quem já tem o hábito de jogar videogame. Mesmo pessoas que não se dão muito bem com este tipo de entretenimento podem aproveitar o tratamento e se divertirem no processo.

Na Clínica Increasing utilizamos jogos variados do Nintendo Wii e Xbox Kinect, além de óculos de realidade virtual. O Instituto oferece Gameterapia como um dos recursos da fisioterapia neurofuncional.

Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou se preferir mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-03.

Ultrassom Terapêutico: conheça o recurso que auxilia na regeneração tecidual

O ultrassom terapêutico é uma técnica inovadora na fisioterapia, oferecendo um tratamento eficaz para condições inflamatórias do sistema musculoesquelético. Esta tecnologia não apenas alivia a dor, mas também desempenha um papel crucial na regeneração dos tecidos. A eficácia do ultrassom terapêutico depende de uma calibração precisa do aparelho, da avaliação cuidadosa da dosimetria (a quantidade de energia acústica aplicada) e do tipo específico de onda sonora usada, adaptada para cada tipo de lesão.


O processo de cura ocorre em três fases essenciais:
  • Inflamação: O ultrassom acelera a resposta inflamatória natural do corpo.
  • Proliferação: Estimula a atividade dos fibroblastos, células fundamentais na reparação de tecidos.
  • Remodelagem: Auxilia na reorganização e fortalecimento das fibras de colágeno, essenciais para a recuperação dos tecidos.

Benefícios Térmicos e Atérmicos do Ultrassom Terapêutico

Efeitos Térmicos:
Ideal para atletas e indivíduos com rigidez muscular. Esta técnica aumenta a elasticidade das fibras de colágeno, fortalecendo tendões e ligamentos e reduzindo o risco de futuras lesões. Além disso, alivia dores crônicas musculares e melhora a coordenação motora em casos de paralisia muscular.

Efeitos Atérmicos:
Quando o ultrassom é utilizado sem aumento de temperatura, beneficia a recuperação de edemas e outras condições inflamatórias. Estimula a permeabilidade celular e a liberação de substâncias como o cálcio e a histamina, essenciais na resposta inflamatória e na cicatrização.

Este método também aumenta o metabolismo celular, a produção de colágeno e proteínas, além de influenciar positivamente o fluxo sanguíneo.


Contraindicações e Avaliação Clínica

O ultrassom terapêutico não é recomendado para pacientes com implantes metálicos, marca-passo, feridas abertas, próteses cimentadas ou em áreas com insuficiência vascular. É essencial uma avaliação clínica detalhada para garantir a segurança e eficácia do tratamento.

O Increasing conta com uma gama completa de tratamentos fisioterapêuticos com tecnologia de ponta, dedicados a melhorar sua qualidade de vida. Visite nosso site increasing.com.br para mais informações e descubra como podemos ajudá-lo a alcançar seus objetivos de saúde e bem-estar.

Conceito Bobath: Como é o tratamento para crianças e adultos?

  


conceito Bobath é uma abordagem terapêutica indicada para distúrbios neurológicos que acometem o sistema nervoso central e periférico, sendo indicada para crianças e adultos - desde bebês com atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor até idosos com desordens neurológicas, por exemplo. O conceito visa à reabilitação do paciente com um olhar individualizado, específico e inclusivo, que enfatiza a importância da plasticidade cerebral e da capacidade do cérebro de mudar e se adaptar através de informações preexistentes, assim como novas experiências.

Importante ressaltar que Bobath é considerado um conceito por não ter um protocolo ou modelo fixo a ser aplicado no paciente, o que permite ao profissional desenvolver um plano terapêutico baseado nas habilidades e inabilidades encontradas durante a avaliação. Conforme explica a Dra. Alyne Lima Barbosa, especialista em fisioterapia neurofuncional e fisioterapia cardiorrespiratória, a aplicação é individualizada e baseada nas necessidades específicas do paciente. “Uma avaliação minuciosa global, assim como análise funcional do movimento, é feita para medir a funcionalidade e estabelecer os objetivos de curto e longo prazo, onde será traçado um tratamento centrado no paciente e holístico", pontua a profissional.

O objetivo do conceito é proporcionar ao paciente a participação em funções esperadas para as idades. Caso seja detectado algum atraso, é possível planejar um tratamento a fim de buscar seu maior potencial, com a máxima qualidade possível, baseando-se na compreensão do desenvolvimento neurológico típico.

O profissional busca entender como os distúrbios afetam o movimento e a capacidade de função do paciente, quais os impactos para a sua independência, e auxilia o paciente a recuperar a capacidade de controlar seus movimentos e funções diárias, tornando-o mais independente e capaz de participar de suas atividades cotidianas”, ressalta a Dra. Alyne Barbosa.

Nos casos de bebês e crianças, a participação dos pais é fundamental, pois os mesmos estímulos aplicados na clínica precisam ser replicados em casa. Na infância, o Conceito Bobath é mais comumente aplicável em crianças com paralisia cerebral ou encefalopatia crônica não evolutiva.

A compreensão profunda da neurociência utilizada no conceito é um dos pilares para o diferencial na reabilitação. “Associar conhecimentos sobre a patologia e ao mesmo tempo manter um olhar direcionado, específico e, principalmente, voltado para as necessidades do paciente, têm mostrado maior eficácia em sua recuperação, o que impacta de forma significativa na melhora da qualidade de vida”, argumenta a fisioterapeuta.

O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) conta com uma equipe treinada e capacitada para realizar o tratamento neuroevolutivo por Bobath. Procure a unidade na Rua Dr. Bacelar, 227, em São Paulo (SP) ou se preferir ligue para (11) 3938-6177 e consulte. Há também um canal de atendimento pelo WhatsApp pelo telefone (11) 98102-0372.

Espasticidade: o que é e como tratar


A espasticidade é uma disfunção neuromuscular que ocorre quando a comunicação normal entre o cérebro e os músculos é comprometida. Para a maioria das pessoas, essa comunicação ocorre de maneira harmoniosa, possibilitando movimentos coordenados e fluidos. No entanto, na presença da espasticidade, os músculos podem se tornar continuamente tensos e rígidos ou sofrer espasmos incontroláveis, alterando significativamente a capacidade de movimento.

Epidemiologia e Causas


Diversas doenças neurológicas podem levar à manifestação da espasticidade. Seguem alguns exemplos:
  • Lesões na medula espinhal: Cerca de 65-78% dos pacientes manifestam algum grau de espasticidade após uma lesão medular.
  • Derrame (AVC): Aproximadamente 20-40% dos sobreviventes apresentam espasticidade.
  • Esclerose Múltipla: Em torno de 60-84% dos pacientes podem vir a desenvolver espasticidade.
  • Paralisia Cerebral: Atinge cerca de 20-40% das crianças diagnosticadas.
  • Doenças Degenerativas: A esclerose lateral amiotrófica e algumas ataxias hereditárias estão entre as condições que podem causar espasticidade.

Apresentação clínica


A espasticidade pode se manifestar de duas maneiras principais:
  1. Contínua: onde os músculos estão sempre contraídos, encurtados e rígidos.
  2. Intermitente: com contrações súbitas nos músculos, ocorrendo espasmos, especialmente ao serem esticados.

Diagnóstico


O diagnóstico da espasticidade geralmente se dá por observação de sintomas e exame clínico, onde profissionais da saúde avaliam as respostas musculares do paciente a determinados movimentos.

Tratamentos e Abordagem Multidisciplinar


Para o manejo e tratamento eficaz da espasticidade, é crucial uma abordagem multidisciplinar, envolvendo profissionais de diferentes áreas:
  • Fisioterapia: Fisioterapeutas concentram-se na reeducação muscular, terapias manuais e uso de equipamentos assistivos.
  • Terapia Ocupacional: Terapeutas Ocupacionais adaptam tarefas e ambientes, promovendo a independência do paciente em atividades cotidianas.
  • Medicina Física e Reabilitação (Fisiatra): Fisiatras elaboram planos de reabilitação individualizados, sendo o elo entre tratamento clínico e reabilitação.
  • Ortopedia: Ortopedistas lidam com complicações musculoesqueléticas e podem realizar intervenções cirúrgicas quando necessário.
  • Enfermagem: Enfermeiros são responsáveis pelo cuidado diário e educação do paciente, além de monitorar a resposta ao tratamento.
  • Psicologia: Psicólogos auxiliam pacientes e famílias a lidar com o impacto psicológico da condição.
  • Neurologia: Neurologistas diagnosticam e trata a doença de base, que causa a espasticidade. 
Além das especialidades acima, muitos outros profissionais podem ser envolvidos no tratamento desta condição, a depender das limitações causadas pela espasticidade e da resposta aos tratamentos implementados.

As intervenções terapêuticas abrangem desde tratamentos medicamentosos, como relaxantes musculares e toxina botulínica, até procedimentos mais invasivos como a neuroablação cirúrgica. A escolha do tratamento considera as especificidades de cada paciente.

De acordo com Dr. Nucelio Lemos profissional da equipe Increasing, “em resumo, apesar da complexidade da espasticidade, ela pode ser gerenciada com eficácia através de uma combinação de ciência, compreensão e colaboração interdisciplinar. Esta abordagem integrada assegura que os pacientes recebam cuidados abrangentes, proporcionando uma vida mais plena e uma melhor qualidade de vida”.

A equipe do Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) oferece as mais variadas modalidades de tratamento para espasticidade. A equipe multiprofissional intervém de várias maneiras com fisioterapia, terapia ocupacional, acupuntura, hidroterapia, entre outros, que entregam excelentes resultados.

Lesão na Medula Espinhal: Quais as principais causas e complicações?


A medula espinhal é uma delicada estrutura, localizada dentro da coluna, composta de células nervosas que conectam o cérebro aos nervos que vão para o tronco e os membros. É por meio da medula espinhal que o cérebro consegue enviar comandos e receber informações do restante do corpo. Quando a medula é lesionada, essa comunicação entre cérebro e corpo pode ficar prejudicada.

Feita de tecido mole e rodeada por ossos (vértebras), a extremidade inferior da medula espinhal termina um pouco acima da cintura, na região chamada de cone medular. Abaixo desta região está um grupo de raízes nervosas chamadas cauda equina.

É por conta da lesão na medula espinhal, também chamada de lesão medular, que pessoas ficam paraplégicas - sem conseguir movimentar os membros inferiores - ou tetraplégicas - impossibilitadas de movimentar do pescoço para baixo. O que determina a complicação é a região da medula afetada, quanto mais alta a lesão na coluna vertebral, mais o corpo é acometido.

A lesões medulares se dividem em dois grandes grupos: as lesões traumáticas e as não traumáticas. “Uma lesão traumática pode resultar de um golpe súbito na coluna que fratura, desloca, esmaga ou comprime uma ou mais de suas vértebras. Também pode ser resultado de um ferimento a tiro ou faca que penetra e corta a medula espinhal. Já uma lesão não traumática pode ser causada por artrite, câncer, inflamação, infecções ou degeneração do disco da coluna vertebral”, exemplifica o Dr. Felipe Lemos, fisioterapeuta neurofuncional.

Outras causas comuns de lesão medular traumática estão ligadas a acidentes de trânsito, quedas, atos de violência, lesões esportivas e recreativas (esportes de impacto).

Seja a causa traumática ou não traumática, o dano afeta as fibras nervosas que passam pela área lesada e pode prejudicar parte ou todos os músculos e nervos correspondentes abaixo do local da lesão.

Uma lesão no peito ou na região lombar pode afetar o tronco, as pernas, a função sexual e o controle do intestino e da bexiga. Uma lesão no pescoço afeta as mesmas áreas, além dos movimentos dos braços e, possivelmente, a capacidade de respirar”, argumenta o Dr. Felipe Lemos.

Além das áreas citadas pelo fisioterapeuta neurofuncional, a lesão medular pode afetar as sensações do corpo, o controle circulatório e a saúde sexual. Também pode causar espasticidade ou flacidez dos músculos com a falta de tônus muscular, perda de peso ou obesidade, atrofia muscular, dores nos músculos ou nas articulações e hipotensão postural.

A equipe de reabilitação multiprofissional ajuda o paciente a desenvolver as ferramentas necessárias para enfrentar as alterações causadas pela lesão medular, além de recomendar equipamentos e recursos que promovam qualidade de vida e independência”, explica o fisioterapeuta.

O acompanhamento da lesão medular requer uma equipe multiprofissional que pode conter neurologistas, fisioterapeutas, psicólogos, ortopedistas e outros que vão auxiliar o paciente no tratamento e recuperação da qualidade de vida, adaptando a realidade com novas formas de realizar as atividades do dia a dia.

O Increasing (Instituto de Cuidados, Reabilitação e Assistência em Neuropelveologia e Ginecologia) possui uma equipe multidisciplinar com profissionais capacitados que realizam tratamentos e métodos de reabilitação que permitem às pessoas com esse tipo de lesão levar uma vida produtiva e independente. Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.

O que é Síndrome do Piriforme e quais os tratamentos?


Encontrado na região da nádega, o músculo piriforme é responsável por puxar o fêmur em direção ao sacro, fazendo o joelho rodar para fora. Quando esse músculo se inflama, o paciente pode apresentar dor lombar, dor nos glúteos ou na parte posterior superior da coxa, gerando a Síndrome do Piriforme. Por estar muito próximo ao nervo ciático, a identificação exata da origem da dor não é fácil de ser feita, é preciso um médico especialista para avaliar e assim indicar o melhor tratamento.


A síndrome do piriforme pode surgir devido a má postura, passar muito tempo na posição sentada, exercícios excessivos para o glúteo, variações anatômicas, traumas na região ou tão somente por um espasmo muscular local. Outra condição que pode gerar a compressão do músculo piriforme é o ato de sentar sem retirar a carteira do bolso da calça, que acaba pressionando o músculo.

Os principais sintomas da síndrome do piriforme são: dor aguda ou tensão na região glútea, dificuldade para sentar e andar, dor que piora com o movimento como pedalar e subir escadas, sensação de choque e formigamento. Para detectar de fato que o problema seja no músculo piriforme é importante o exame clínico e se necessário alguns exames de imagem para descartar outras patologias.

O diagnóstico precisa ser muito cuidadoso para não confundir com outras complicações na mesma região, como a ciatalgia (dor do nervo ciático), radiculopatia por hérnia de disco, sacroileíte (inflamação da articulação sacro-ilíaca, que une o sacro aos ossos da bacia), osteoartrose, e outras dores articulares.

Se a dor glútea profunda estiver aguda, o paciente pode utilizar gelo para massagear suavemente o local e diminuir o espasmo muscular. Evite deixar o gelo por mais de 10 minutos em contato direto com a pele, pois pode causar queimaduras. Nos casos de dor crônica, que já se mantém por mais tempo, a terapia de calor (banho quente ou garrafa de água quente) tem mais eficácia no relaxamento do músculo.

O médico pode prescrever o uso de medicação anti-inflamatória, conforme a intensidade da dor, e cuidados paliativos como a massagem esportiva, a liberação miofascial e a eletroterapia, que devem ser realizadas por um fisioterapeuta.

Melhorar a flexibilidade por meio de alongamento do piriforme também faz parte do tratamento. O objetivo é alongar e relaxar o músculo para que se diminua a pressão sobre o nervo ciático. A acupuntura é outra alternativa que pode ser utilizada, pois esta produz efeitos analgésicos e de relaxamento muscular. Em alguns casos, utiliza-se a toxina botulínica a fim de bloquear os pontos-gatilho.

Paralelo ao tratamento, é essencial realizar sessões de fisioterapia para corrigir a disfunção dos músculos próximos ao piriforme. O fortalecimento muscular de áreas adjacentes ajuda a estabilizar o quadril e tirar a pressão sobre a área afetada.

Todas as medidas visam a garantir a melhoria do quadro clínico do paciente. A reabilitação vai depender de inúmeros fatores, como o grau da lesão, o grau da contratura muscular e os tratamentos prévios já realizados.

Se tiver dores persistentes nas regiões apresentadas neste conteúdo, consulte um médico.

O Increasing possui uma equipe médica multidisciplinar e uma ampla gama de tratamentos e terapias para ajudar o paciente a viver com qualidade. Para saber mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3938-6177 ou, se preferir, mande uma mensagem pelo WhatsApp no número (11) 98102-0372.